
Sign up to save your podcasts
Or


Seja bem-vindo ao oitavo episódio da série “Somos Diocese de Luz”. Hoje, renovamosnosso compromisso com aquilo que está no coração do Evangelho e da Igreja: amissão. E ela começa aqui, no chão onde vivemos, com os pés na realidade e oolhar voltado para o Reino.
Vivera diocesaneidade é assumir que a missão não é tarefa de alguns, mas vocação detodos os batizados. Somos enviados a anunciar, testemunhar, servir etransformar — não apenas em terras distantes, mas principalmente em nossasparóquias, bairros, cidades e comunidades. A missão começa onde estamos, comquem temos ao lado, com os dons que Deus nos confiou.
NaDiocese de Luz, essa consciência missionária tem ganhado força por meio deiniciativas concretas e organizadas com zelo pastoral. Destacam-se as missõespopulares, que já alcançaram diversas paróquias, reunindo padres, religiosas,seminaristas, lideranças e leigos em momentos intensos de evangelização porta aporta, escuta, celebrações e encontros com os mais afastados.
Tambémas Assembleias Diocesanas de Pastoral têm sido fundamentais para organizar amissão em comunhão com as realidades do território. A partir do método dover-julgar-agir, os fiéis são convidados a refletir os desafios pastorais ebuscar respostas concretas e corajosas. Cada plano pastoral construído ao longodos anos nasce desse processo de escuta e compromisso com a evangelização.
Nossobispo, Dom José Aristeu, tem incentivado uma Igreja em saída, em sintonia comos apelos do Papa Francisco. Ele insiste: a missão não é opcional — é o nossomodo de existir como Igreja. Sob sua orientação, a Diocese tem investido emformações missionárias, fortalecido os Conselhos Missionários Paroquiais(COMIPAs), valorizado a juventude nas missões e promovido uma espiritualidademarcada pela escuta e pelo serviço.
Emnossa rede de comunidades, há muitos sinais de que a missão está viva: jovensque evangelizam em retiros e encontros, pastorais que visitam doentes epresidiários, agentes que se doam em zonas rurais e periferias urbanas, gruposque se reúnem para estudar a Palavra e levá-la aos outros. Cada gesto, pormenor que pareça, é parte da missão.
Enessa caminhada missionária, contamos com a presença discreta e firme de SãoRafael Arcanjo, nosso padroeiro perpétuo. Ele foi enviado por Deus comomissionário do cuidado, da cura e da companhia. Com Tobias, atravessou terrasdesconhecidas, enfrentou perigos, sustentou a esperança. Sua missão foisilenciosa, mas transformadora. Ele é inspiração para todos que se colocam acaminho com fé.
NossaDiocese quer ser uma tenda em movimento, que não se fecha em si mesma, mas seabre a todos os que dela precisam. Uma tenda que acolhe, mas também que envia.Uma Igreja que caminha com os pequenos, que se aproxima dos esquecidos, que secompromete com os sinais do Reino.
Hoje,pergunte-se: em que parte da missão eu posso colocar os meus dons? Que portaspreciso bater? Que escuta preciso oferecer? A missão começa aqui. E vamosjuntos! Porque ser Igreja é caminhar, servir e anunciar. Sempre.
By Wagner Assis De SousaSeja bem-vindo ao oitavo episódio da série “Somos Diocese de Luz”. Hoje, renovamosnosso compromisso com aquilo que está no coração do Evangelho e da Igreja: amissão. E ela começa aqui, no chão onde vivemos, com os pés na realidade e oolhar voltado para o Reino.
Vivera diocesaneidade é assumir que a missão não é tarefa de alguns, mas vocação detodos os batizados. Somos enviados a anunciar, testemunhar, servir etransformar — não apenas em terras distantes, mas principalmente em nossasparóquias, bairros, cidades e comunidades. A missão começa onde estamos, comquem temos ao lado, com os dons que Deus nos confiou.
NaDiocese de Luz, essa consciência missionária tem ganhado força por meio deiniciativas concretas e organizadas com zelo pastoral. Destacam-se as missõespopulares, que já alcançaram diversas paróquias, reunindo padres, religiosas,seminaristas, lideranças e leigos em momentos intensos de evangelização porta aporta, escuta, celebrações e encontros com os mais afastados.
Tambémas Assembleias Diocesanas de Pastoral têm sido fundamentais para organizar amissão em comunhão com as realidades do território. A partir do método dover-julgar-agir, os fiéis são convidados a refletir os desafios pastorais ebuscar respostas concretas e corajosas. Cada plano pastoral construído ao longodos anos nasce desse processo de escuta e compromisso com a evangelização.
Nossobispo, Dom José Aristeu, tem incentivado uma Igreja em saída, em sintonia comos apelos do Papa Francisco. Ele insiste: a missão não é opcional — é o nossomodo de existir como Igreja. Sob sua orientação, a Diocese tem investido emformações missionárias, fortalecido os Conselhos Missionários Paroquiais(COMIPAs), valorizado a juventude nas missões e promovido uma espiritualidademarcada pela escuta e pelo serviço.
Emnossa rede de comunidades, há muitos sinais de que a missão está viva: jovensque evangelizam em retiros e encontros, pastorais que visitam doentes epresidiários, agentes que se doam em zonas rurais e periferias urbanas, gruposque se reúnem para estudar a Palavra e levá-la aos outros. Cada gesto, pormenor que pareça, é parte da missão.
Enessa caminhada missionária, contamos com a presença discreta e firme de SãoRafael Arcanjo, nosso padroeiro perpétuo. Ele foi enviado por Deus comomissionário do cuidado, da cura e da companhia. Com Tobias, atravessou terrasdesconhecidas, enfrentou perigos, sustentou a esperança. Sua missão foisilenciosa, mas transformadora. Ele é inspiração para todos que se colocam acaminho com fé.
NossaDiocese quer ser uma tenda em movimento, que não se fecha em si mesma, mas seabre a todos os que dela precisam. Uma tenda que acolhe, mas também que envia.Uma Igreja que caminha com os pequenos, que se aproxima dos esquecidos, que secompromete com os sinais do Reino.
Hoje,pergunte-se: em que parte da missão eu posso colocar os meus dons? Que portaspreciso bater? Que escuta preciso oferecer? A missão começa aqui. E vamosjuntos! Porque ser Igreja é caminhar, servir e anunciar. Sempre.

0 Listeners

0 Listeners