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Nesse episódio eu trago uma frase que está comigo há um tempo e que sozinha já devolve um chacoalhão bom sobre onde estamos errando a mão: a força não força. Não é convite à passividade. A força que não força ainda age, ainda morde, ainda quer. Ela só aprendeu uma coisa que ninguém nos ensinou: a ler a própria medida durante o movimento e não três dias depois, na vergonha.
Falo dos três sinais de que você está forçando (eles não estão no projeto estão no corpo e na relação), da diferença entre não-forçar e abandonar, e da receita de bolo mais precisa que uma avó poderia deixar sobre medida.
Forçar não é realizar.
E se a pergunta que fica acesa em você for tô quem eu quero ser no meu processo de criação? As inscrições do meu novo curso estão abertas: A Obra Antes da Obra. Me chama no WhatsApp
wa.me/5568984034480
By Nayara MenezesNesse episódio eu trago uma frase que está comigo há um tempo e que sozinha já devolve um chacoalhão bom sobre onde estamos errando a mão: a força não força. Não é convite à passividade. A força que não força ainda age, ainda morde, ainda quer. Ela só aprendeu uma coisa que ninguém nos ensinou: a ler a própria medida durante o movimento e não três dias depois, na vergonha.
Falo dos três sinais de que você está forçando (eles não estão no projeto estão no corpo e na relação), da diferença entre não-forçar e abandonar, e da receita de bolo mais precisa que uma avó poderia deixar sobre medida.
Forçar não é realizar.
E se a pergunta que fica acesa em você for tô quem eu quero ser no meu processo de criação? As inscrições do meu novo curso estão abertas: A Obra Antes da Obra. Me chama no WhatsApp
wa.me/5568984034480