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De alguma forma ou outra a probabilidade da revista Capricho ter marcado os tempos áureos da sua adolescência ou pré-adolescência é grande. Seja pelo seu dinheiro da mesada, pela sua tão amada assinatura mensal, pela amiga que levava as revistas para a escola ou a irmã mais velha de alguém: você deve saber o que tinha por lá: os testes, os pôsteres, as fofocas mais quentes do momento, os 5 passos pra você se comportar em qualquer situação, a sexualidade e o mundo se abrindo pra gente conforme íamos folheando aquelas páginas.
Mas se você acha que ela só fez parte da sua adolescência anos 2000, meu bem, você tá bem enganada. A Capricho circula por aí desde 1952 debutando jovens brasileiras e desde então uma coisa é certa: ela é contribuiu na construção e propagação das representações e papéis de gênero e sexualidade.
Eu sou Victoria Paiva, criadora da Nua&Crua, e hoje, neste episódio do Desembucha, vamos falar sobre de tudo um pouco: gênero, mídia, sexualidade, representações midiáticas, com uma pessoa, que para nós é quem tem propriedade para falar disso: a Raquel Barros.
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By Nua&CruaDe alguma forma ou outra a probabilidade da revista Capricho ter marcado os tempos áureos da sua adolescência ou pré-adolescência é grande. Seja pelo seu dinheiro da mesada, pela sua tão amada assinatura mensal, pela amiga que levava as revistas para a escola ou a irmã mais velha de alguém: você deve saber o que tinha por lá: os testes, os pôsteres, as fofocas mais quentes do momento, os 5 passos pra você se comportar em qualquer situação, a sexualidade e o mundo se abrindo pra gente conforme íamos folheando aquelas páginas.
Mas se você acha que ela só fez parte da sua adolescência anos 2000, meu bem, você tá bem enganada. A Capricho circula por aí desde 1952 debutando jovens brasileiras e desde então uma coisa é certa: ela é contribuiu na construção e propagação das representações e papéis de gênero e sexualidade.
Eu sou Victoria Paiva, criadora da Nua&Crua, e hoje, neste episódio do Desembucha, vamos falar sobre de tudo um pouco: gênero, mídia, sexualidade, representações midiáticas, com uma pessoa, que para nós é quem tem propriedade para falar disso: a Raquel Barros.
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