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Errata. a IA misturou as visões de Jorge Guerra Pires, entrevistador, e da escritora Kelly Cristina. Entrevista original abaixo. Isso é pontual. O conceito de blindagem cultural vem de Jorge Guerra Pires.
Ver: A blindagem da religião no discurso público, e a moral de escravo (Kelly Cristina Gaia Viva)
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A Raiz Teológica da Dominação e do Negacionismo AmbientalO texto apresenta uma entrevista com a historiadora e educadora Kelly Cristina Gaia Viva, que discute a persistência do projeto colonizador cristão e suas consequências socioambientais no Brasil. A convidada analisa como a moralidade religiosa valida a exploração da natureza e a manutenção de desigualdades, conectando a teologia do domínio aos interesses de setores políticos e econômicos, como o agronegócio. Ela argumenta que as crenças teístas atuam como ferramentas de manipulação social e alienação, defendendo a necessidade de um Estado efetivamente laico para a preservação da democracia. Além de sua trajetória acadêmica, Kelly compartilha sua transição para o ateísmo e o uso da arte e da literatura como formas de resistência cultural. O diálogo reflete sobre como dogmas religiosos moldam a mentalidade brasileira, influenciando desde o comportamento individual até as grandes decisões eleitorais.
Fonte: Será que o projeto colonizador cristão ao está vigente e ativo? (Kelly Cristina Gaia Viva)
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By Jorge Guerra Pires, Ph.D.Errata. a IA misturou as visões de Jorge Guerra Pires, entrevistador, e da escritora Kelly Cristina. Entrevista original abaixo. Isso é pontual. O conceito de blindagem cultural vem de Jorge Guerra Pires.
Ver: A blindagem da religião no discurso público, e a moral de escravo (Kelly Cristina Gaia Viva)
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A Raiz Teológica da Dominação e do Negacionismo AmbientalO texto apresenta uma entrevista com a historiadora e educadora Kelly Cristina Gaia Viva, que discute a persistência do projeto colonizador cristão e suas consequências socioambientais no Brasil. A convidada analisa como a moralidade religiosa valida a exploração da natureza e a manutenção de desigualdades, conectando a teologia do domínio aos interesses de setores políticos e econômicos, como o agronegócio. Ela argumenta que as crenças teístas atuam como ferramentas de manipulação social e alienação, defendendo a necessidade de um Estado efetivamente laico para a preservação da democracia. Além de sua trajetória acadêmica, Kelly compartilha sua transição para o ateísmo e o uso da arte e da literatura como formas de resistência cultural. O diálogo reflete sobre como dogmas religiosos moldam a mentalidade brasileira, influenciando desde o comportamento individual até as grandes decisões eleitorais.
Fonte: Será que o projeto colonizador cristão ao está vigente e ativo? (Kelly Cristina Gaia Viva)
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