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Neste episódio, partimos da ideia de que somos a inscrição do mundo em nosso próprio corpo.
O corpo é pensado como pele, tela, tapete, rascunho e superfície simbólica: nele se escrevem afetos, memórias, gestos herdados, marcas culturais, defesas, desejos e silêncios. Antes da palavra organizada, o mundo já se inscrevia no corpo por meio do toque, do ritmo, da respiração, dos ritos, dos símbolos e da experiência.
A conversa propõe olhar para o gesto, a postura e a respiração não apenas como fenômenos físicos, mas como modos de existência. O corpo não é um arquivo passivo: ele recebe, traduz, rasura, apaga e reinscreve aquilo que vive.
Um episódio sobre corpo, linguagem, psiquismo, símbolo e prática como possibilidade de escuta.
By JONATHAN VIEIRA NOVAISNeste episódio, partimos da ideia de que somos a inscrição do mundo em nosso próprio corpo.
O corpo é pensado como pele, tela, tapete, rascunho e superfície simbólica: nele se escrevem afetos, memórias, gestos herdados, marcas culturais, defesas, desejos e silêncios. Antes da palavra organizada, o mundo já se inscrevia no corpo por meio do toque, do ritmo, da respiração, dos ritos, dos símbolos e da experiência.
A conversa propõe olhar para o gesto, a postura e a respiração não apenas como fenômenos físicos, mas como modos de existência. O corpo não é um arquivo passivo: ele recebe, traduz, rasura, apaga e reinscreve aquilo que vive.
Um episódio sobre corpo, linguagem, psiquismo, símbolo e prática como possibilidade de escuta.