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Quanta força tem a palavra, não é mesmo? A palavra pode salvar e, ao mesmo tempo, nos colocar em situações de valentia, de vexame ou de extremo e constante risco. Existe um provérbio que diz que a palavra é de prata e o silêncio é ouro, em outras palavras, essa ideia quer que reflitamos que há momentos que falar demais pode ser perigoso, que a exposição de nossas ideias ou repassar para frente o que ouvimos pode nos colocar em situações de perigo. Há causos populares que, de autorias desconhecidas, têm a função de entreter, instruir ou transmitir valores culturais e até mesmo religiosos de um povo. O causo da caveira e do pescador trabalha com essa perspectiva de que, muitas vezes, é sábio apenas ouvir e falar somente o necessário. Além, de nos proporcionar uma reflexão sobre a narrativa de mistério, que exige um compromisso entre leitor e texto para que o enigma proposto seja desvendado no final.
By Regiane VieiraQuanta força tem a palavra, não é mesmo? A palavra pode salvar e, ao mesmo tempo, nos colocar em situações de valentia, de vexame ou de extremo e constante risco. Existe um provérbio que diz que a palavra é de prata e o silêncio é ouro, em outras palavras, essa ideia quer que reflitamos que há momentos que falar demais pode ser perigoso, que a exposição de nossas ideias ou repassar para frente o que ouvimos pode nos colocar em situações de perigo. Há causos populares que, de autorias desconhecidas, têm a função de entreter, instruir ou transmitir valores culturais e até mesmo religiosos de um povo. O causo da caveira e do pescador trabalha com essa perspectiva de que, muitas vezes, é sábio apenas ouvir e falar somente o necessário. Além, de nos proporcionar uma reflexão sobre a narrativa de mistério, que exige um compromisso entre leitor e texto para que o enigma proposto seja desvendado no final.