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A crônica não mata, mas também não salva. Ela observa, registra, captura momentos que poderiam passar despercebidos, congelando pequenas grandes histórias no tempo. Luís Henrique Pellanda conhece bem essa missão. Escritor e jornalista curitibano, ele construiu uma trajetória marcada pela sensibilidade ao cotidiano, transformando o ordinário em extraordinário. Em seu mais recente trabalho, ‘A Crônica Não Mata – Notas do Isolamento’, Pellanda nos leva a um período de reclusão e reflexão, onde a escrita se torna não apenas testemunha, mas também companheira de resistência. É com ele que conversamos neste Papo Educativa.Quinze anos depois de sua estreia arrebatadora, a peça “In on it” segue conquistando plateias com sua trama. No palco, Emílio de Mello e Fernando Eiras representam ao todo dez personagens (em um texto que se dá às voltas de um passado em que tentam escrever uma nova peça teatral). Sim, tem metalinguagem aí. E o espetáculo volta a Curitiba para um dos primeiros eventos pelos quais passou, lá em 2009: o Festival de Curitiba. E volta com a mesma direção, o mesmo elenco e a mesma força que o consagrou. E um de seus protagonistas, Emílio de Mello, também é diretor de outro momento marcante do festival: a peça de abertura, “Os Mambembe”.Com Beto Pacheco e Mauro Contti.
By Rádio Educativa FMA crônica não mata, mas também não salva. Ela observa, registra, captura momentos que poderiam passar despercebidos, congelando pequenas grandes histórias no tempo. Luís Henrique Pellanda conhece bem essa missão. Escritor e jornalista curitibano, ele construiu uma trajetória marcada pela sensibilidade ao cotidiano, transformando o ordinário em extraordinário. Em seu mais recente trabalho, ‘A Crônica Não Mata – Notas do Isolamento’, Pellanda nos leva a um período de reclusão e reflexão, onde a escrita se torna não apenas testemunha, mas também companheira de resistência. É com ele que conversamos neste Papo Educativa.Quinze anos depois de sua estreia arrebatadora, a peça “In on it” segue conquistando plateias com sua trama. No palco, Emílio de Mello e Fernando Eiras representam ao todo dez personagens (em um texto que se dá às voltas de um passado em que tentam escrever uma nova peça teatral). Sim, tem metalinguagem aí. E o espetáculo volta a Curitiba para um dos primeiros eventos pelos quais passou, lá em 2009: o Festival de Curitiba. E volta com a mesma direção, o mesmo elenco e a mesma força que o consagrou. E um de seus protagonistas, Emílio de Mello, também é diretor de outro momento marcante do festival: a peça de abertura, “Os Mambembe”.Com Beto Pacheco e Mauro Contti.