
Sign up to save your podcasts
Or


“Depende do referencial”. Essa foi a resposta correta à pergunta que o professor de física fez à turma “O corpo está em movimento?”.
Minha avó também me ensinou que temos diferentes personalidades a depender se somos pedestres ou motoristas. “Minha filha, lembre-se disso quando estiver ao volante.”
Lembrei-me delas nas horas de congestionamento enfrentadas essa semana. O trânsito de São Paulo anda caótico. Inúmeras obras, alteração dos hábitos de locomoção no pós pandemia, aumento de veículos e outros fatores que não conseguiria abordar em um minuto.
Nossos pensamentos e ações, como “só um minutinho”, “só dessa vez” e outros similares que justificam uma concessão individual em detrimento ao coletivo não estão conectados à tal empatia fortemente reverberada.
Aquela paradinha em local proibido, fila dupla, o pedestre que se joga entre os carros fora da faixa e muitas outras contravenções insignificantes são ações egoístas e nada empáticas que interferem de forma exponencial no coletivo e não valem o bem individual causado.
A empatia genuína, quando aplicada em sua essência, poderia resolver muitos dos problemas atuais em diversas áreas da sociedade.
Este é um convite para refletirmos sobre nossas ações. Que tal começarmos hoje? Seja parte da mudança, pratique a empatia e faça a diferença. Juntos, podemos criar um ambiente mais harmonioso para todos.
By Sara Velloso“Depende do referencial”. Essa foi a resposta correta à pergunta que o professor de física fez à turma “O corpo está em movimento?”.
Minha avó também me ensinou que temos diferentes personalidades a depender se somos pedestres ou motoristas. “Minha filha, lembre-se disso quando estiver ao volante.”
Lembrei-me delas nas horas de congestionamento enfrentadas essa semana. O trânsito de São Paulo anda caótico. Inúmeras obras, alteração dos hábitos de locomoção no pós pandemia, aumento de veículos e outros fatores que não conseguiria abordar em um minuto.
Nossos pensamentos e ações, como “só um minutinho”, “só dessa vez” e outros similares que justificam uma concessão individual em detrimento ao coletivo não estão conectados à tal empatia fortemente reverberada.
Aquela paradinha em local proibido, fila dupla, o pedestre que se joga entre os carros fora da faixa e muitas outras contravenções insignificantes são ações egoístas e nada empáticas que interferem de forma exponencial no coletivo e não valem o bem individual causado.
A empatia genuína, quando aplicada em sua essência, poderia resolver muitos dos problemas atuais em diversas áreas da sociedade.
Este é um convite para refletirmos sobre nossas ações. Que tal começarmos hoje? Seja parte da mudança, pratique a empatia e faça a diferença. Juntos, podemos criar um ambiente mais harmonioso para todos.