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Quando me contaram a história de Dark, série alemã da Netflix, achei que fosse outra ficção científica qualquer. No contexto de um emaranhado de questões filosóficas, quânticas e pensamentos entre o bem e o mal, a construção do roteiro de Dark rendeu à série um buzz nunca antes visto para uma obra alemã. Aí me deixou, um tanto quanto, curiosa, de porquê eu devo assistir Dark? E como podemos compreender o sucesso de um bom roteiro, trazendo essas práticas interdisciplinares para a história.
Eu trouxe para um papo nada dark, duas pessoas que são phd no assunto. Os convidados desse episódio são: Tiago Moura, gerente de marketing da Ellus, meu amigo querido e, fā de entretenimento, e Rodrigo Petronio, escritor, filósofo, professor titular da FAAP, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e pesquisador associado do TIDD (PUC-SP), para refletirmos o sucesso e, porque sim, você deveria assistir Dark.
By Rafaela Bagali5
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Quando me contaram a história de Dark, série alemã da Netflix, achei que fosse outra ficção científica qualquer. No contexto de um emaranhado de questões filosóficas, quânticas e pensamentos entre o bem e o mal, a construção do roteiro de Dark rendeu à série um buzz nunca antes visto para uma obra alemã. Aí me deixou, um tanto quanto, curiosa, de porquê eu devo assistir Dark? E como podemos compreender o sucesso de um bom roteiro, trazendo essas práticas interdisciplinares para a história.
Eu trouxe para um papo nada dark, duas pessoas que são phd no assunto. Os convidados desse episódio são: Tiago Moura, gerente de marketing da Ellus, meu amigo querido e, fā de entretenimento, e Rodrigo Petronio, escritor, filósofo, professor titular da FAAP, doutor em Literatura Comparada (UERJ) e pesquisador associado do TIDD (PUC-SP), para refletirmos o sucesso e, porque sim, você deveria assistir Dark.