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Neutralidade e isenção jornalística não existem! Atualmente são raros os profissionais que buscam estar acima dos fatos para enxergá-los e reportá-los como de realmente o são!
Na área esportiva, o noticiário é feito, em boa parte, por jornalistas torcedores. E pior, alguns deles mais apaixonados do que aqueles que gritam, pulam e brigam nas arquibancadas. Como contam com o suporte e força dos veículos para os quais trabalham, muitas vezes interferem na política e na administração dos clubes que torcem.
E tentam interferir também na escalação do time.
O técnico Silvinho, ex-Corinthians, é um exemplo. Acabou com a ameaça de rebaixamento que rondava o time e ainda o classificou para a Libertadores da América. Lembram-se do Brasileirão de 21. Pois é, apesar disso, a imprensa corinthiana não sossegou enquanto não o tirou do Parque São Jorge.
O mesmo acontece agora com o recém-chegado Paulo Sousa, do Flamengo. A imprensa flamenguista já anda queimando o português, excelente profissional, ótimo currículo e que apenas está iniciando o seu trabalho.
Mas não colocou este jogador, seu esquema tático não funcionou, o time penou para ganhar de A ou B etc. Estes são comentários frequentes. Jornalista se acha mais inteligente do que os técnicos. Hoje não basta experiência, precisa estudar e obter licença profissional para se sentar naquele banquinho e escalar o time.
Não é para qualquer Zé Mané da imprensa.
O mesmo acontece na cobertura da guerra Rússia e Ucrânia. A imprensa já adotou um lado e busca fazer a cabeça da audiência.
Pouco se fala das razões do outro lado.
O público é inteligente. Se a imprensa cumprisse o seu papel e informasse em doses iguais sobre os dois lados da notícia e deixasse o público tirar as suas próprias conclusões, sem dúvida todos teriam uma percepção real e verdadeira dos fatos.
Nada justifica a agressão russa. Porém, o público é maduro para definir sua própria opinião.
Não precisa que nenhum jornalista o carregue pela mão. Basta informá-lo corretamente.
Igual acontece no noticiário político. Falam de quase todos os candidatos, porém omitem as ações do ex-presidente Lula. Se ele é bom ou não é outra história, mas ninguém pode negar que ele está à frente das pesquisas e o bom jornalismo diz que o noticiário deve seguir os seus passos.
Afinal, queiram ou não, ele pode vir a ser o novo presidente da república!
Mas a imprensa não quer o Lula, não quer o PT. E também não quer o Ciro e deve ficar com Bolsonaro se não tiver alternativa, que denominaram de 3ª via.
Se Dória e Moro não decolarem....
Os que candidatos que foram inventados até agora, apesar do esforço jornalístico, nenhum decolou.
Esta falta de isenção também se viu no impeachment da ex-presidenta Dilma e depois, na divulgação da Vasa Jato que desmontou por completo, aí sim com provas cabais e por isso irrefutáveis, os processos viciados da Lava Jato.
O público quer pensar com a sua própria cabeça. Quer informações limpas, passadas por uma imprensa honesta, ética e isenta.
Ele quer ter a sua própria opinião, porém baseadas em fatos, reais e verdadeiros, sem retoques.
Sem manipulação.
Neutralidade e isenção jornalística não existem! Atualmente são raros os profissionais que buscam estar acima dos fatos para enxergá-los e reportá-los como de realmente o são!
Na área esportiva, o noticiário é feito, em boa parte, por jornalistas torcedores. E pior, alguns deles mais apaixonados do que aqueles que gritam, pulam e brigam nas arquibancadas. Como contam com o suporte e força dos veículos para os quais trabalham, muitas vezes interferem na política e na administração dos clubes que torcem.
E tentam interferir também na escalação do time.
O técnico Silvinho, ex-Corinthians, é um exemplo. Acabou com a ameaça de rebaixamento que rondava o time e ainda o classificou para a Libertadores da América. Lembram-se do Brasileirão de 21. Pois é, apesar disso, a imprensa corinthiana não sossegou enquanto não o tirou do Parque São Jorge.
O mesmo acontece agora com o recém-chegado Paulo Sousa, do Flamengo. A imprensa flamenguista já anda queimando o português, excelente profissional, ótimo currículo e que apenas está iniciando o seu trabalho.
Mas não colocou este jogador, seu esquema tático não funcionou, o time penou para ganhar de A ou B etc. Estes são comentários frequentes. Jornalista se acha mais inteligente do que os técnicos. Hoje não basta experiência, precisa estudar e obter licença profissional para se sentar naquele banquinho e escalar o time.
Não é para qualquer Zé Mané da imprensa.
O mesmo acontece na cobertura da guerra Rússia e Ucrânia. A imprensa já adotou um lado e busca fazer a cabeça da audiência.
Pouco se fala das razões do outro lado.
O público é inteligente. Se a imprensa cumprisse o seu papel e informasse em doses iguais sobre os dois lados da notícia e deixasse o público tirar as suas próprias conclusões, sem dúvida todos teriam uma percepção real e verdadeira dos fatos.
Nada justifica a agressão russa. Porém, o público é maduro para definir sua própria opinião.
Não precisa que nenhum jornalista o carregue pela mão. Basta informá-lo corretamente.
Igual acontece no noticiário político. Falam de quase todos os candidatos, porém omitem as ações do ex-presidente Lula. Se ele é bom ou não é outra história, mas ninguém pode negar que ele está à frente das pesquisas e o bom jornalismo diz que o noticiário deve seguir os seus passos.
Afinal, queiram ou não, ele pode vir a ser o novo presidente da república!
Mas a imprensa não quer o Lula, não quer o PT. E também não quer o Ciro e deve ficar com Bolsonaro se não tiver alternativa, que denominaram de 3ª via.
Se Dória e Moro não decolarem....
Os que candidatos que foram inventados até agora, apesar do esforço jornalístico, nenhum decolou.
Esta falta de isenção também se viu no impeachment da ex-presidenta Dilma e depois, na divulgação da Vasa Jato que desmontou por completo, aí sim com provas cabais e por isso irrefutáveis, os processos viciados da Lava Jato.
O público quer pensar com a sua própria cabeça. Quer informações limpas, passadas por uma imprensa honesta, ética e isenta.
Ele quer ter a sua própria opinião, porém baseadas em fatos, reais e verdadeiros, sem retoques.
Sem manipulação.