O texto analisa a mercantilização do Natal, contrastando a tradição artesanal e comunitária com a produção em massa e padronizada da estética natalina contemporânea. Apesar da comercialização, a arte encontra maneiras de se expressar em novas formas, subvertendo a iconografia tradicional e criando novas interpretações do significado natalino. Essa tensão entre o comercial e o autêntico gera novas formas de celebração, mostrando a resistência da arte diante do capitalismo. A reflexão proposta é sobre como manter a autenticidade artística num contexto de intensa mercantilização.