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Quando o filósofo e economista britânico John Stuart Mill publicou, em 1869, a obra “A Sujeição das Mulheres”, sustentando a causa da igualdade dos gêneros, o tema veio à baila, após a noite que se seguiu à defesa de Platão de que meninos e meninas deveriam ser criados em pé de igualdade. Dois mil anos se passaram entre as pregações de Platão e a defesa de Epicuro, sobre a igualdade dos sexos. E as mulheres tanto primaram pela busca da igualdade, que hoje elas ocupam cargos de relevância do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Advocacia-Geral da União (AGU). Nossa entrevistada é a Dra. Maria de Lourdes Simas Porto, juíza de Direito.
PROGRAMA VIDA INTELIGENTE
com Eustáquio Patounas
By VidaInteligente5
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Quando o filósofo e economista britânico John Stuart Mill publicou, em 1869, a obra “A Sujeição das Mulheres”, sustentando a causa da igualdade dos gêneros, o tema veio à baila, após a noite que se seguiu à defesa de Platão de que meninos e meninas deveriam ser criados em pé de igualdade. Dois mil anos se passaram entre as pregações de Platão e a defesa de Epicuro, sobre a igualdade dos sexos. E as mulheres tanto primaram pela busca da igualdade, que hoje elas ocupam cargos de relevância do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Advocacia-Geral da União (AGU). Nossa entrevistada é a Dra. Maria de Lourdes Simas Porto, juíza de Direito.
PROGRAMA VIDA INTELIGENTE
com Eustáquio Patounas