Em um dia de trânsito inesperadamente tranquilo, uma cena simples chama a atenção de Mônica Cunha: um cachorro vira-lata encostado em uma parede amarela e um ciclista cruzando a cidade. A partir desse encontro silencioso, nasce uma reflexão sobre medo, desconfiança, esperança e os refúgios que criamos para continuar seguindo em frente, mesmo quando o mundo parece pesado demais.