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O texto analisa a obra literária de Lima Barreto, traçando um paralelo entre a vida do autor e a trajetória trágica de seu protagonista, *Policarpo Quaresma. O autor examina como o **patriotismo utópico* do personagem e sua busca por uma *identidade nacional autêntica* o levaram ao isolamento e ao ridículo perante uma sociedade pautada por títulos e aparências. Através de uma perspectiva psicológica, a fonte discute a *loucura* como uma resposta ao meio social, contrastando o idealismo de Quaresma com a rigidez do casamento e o autoritarismo político da época. A narrativa evidencia o conflito entre a *pureza das intenções* individuais e os mecanismos brutais do poder estatal representados por Floriano Peixoto. Por fim, a reflexão destaca que o reconhecimento humano frequentemente só ocorre após a morte, sugerindo que a *sabedoria* é essencial para proteger os ideais da incompreensão alheia.
Texto de Carlos São Paulo
By Instituto Junguiano da BahiaO texto analisa a obra literária de Lima Barreto, traçando um paralelo entre a vida do autor e a trajetória trágica de seu protagonista, *Policarpo Quaresma. O autor examina como o **patriotismo utópico* do personagem e sua busca por uma *identidade nacional autêntica* o levaram ao isolamento e ao ridículo perante uma sociedade pautada por títulos e aparências. Através de uma perspectiva psicológica, a fonte discute a *loucura* como uma resposta ao meio social, contrastando o idealismo de Quaresma com a rigidez do casamento e o autoritarismo político da época. A narrativa evidencia o conflito entre a *pureza das intenções* individuais e os mecanismos brutais do poder estatal representados por Floriano Peixoto. Por fim, a reflexão destaca que o reconhecimento humano frequentemente só ocorre após a morte, sugerindo que a *sabedoria* é essencial para proteger os ideais da incompreensão alheia.
Texto de Carlos São Paulo