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No episódio de hoje do Podcast Florescer, convido você a mergulhar em uma reflexão que toca o cerne da nossa existência contemporânea: a relação entre a "Sociedade do Cansaço" e a forma como gerenciamos nossa própria vida.
Partiremos da figura mitológica de Prometeu — aquele que "pensa antecipadamente" — para compreender como o seu castigo eterno de regeneração e dor se tornou uma metáfora precisa para o ciclo de produtividade e exaustão em que estamos inseridos.
Ao longo desta conversa, exploraremos o diagnóstico do filósofo Byung-Chul Han, que nos alerta para uma mudança sutil, mas devastadora: não somos mais oprimidos por tiranos externos, mas por nós mesmos.
Veremos como o imperativo do "você pode tudo" transformou a nossa liberdade em uma armadilha de insuficiência crônica, onde a falta de limites dissolve o nosso contorno humano e nos transforma em máquinas de desempenho.
Para ancorar essa jornada, buscaremos a sabedoria milenar do estoicismo de Epicteto e Marco Aurélio, aprendendo a distinguir o que realmente depende de nós e a aceitar a finitude como condição para uma vida plena.
Discutiremos o repouso não como uma recompensa pela produtividade, mas como uma necessidade sagrada e um ato de resistência.
Ao final, meu objetivo é que possamos discernir se o cansaço que sentimos hoje é o esforço legítimo de quem constrói um legado ou apenas a exaustão de quem corre desesperadamente para não ser alcançado por si mesmo.
By Plínio MonteiroNo episódio de hoje do Podcast Florescer, convido você a mergulhar em uma reflexão que toca o cerne da nossa existência contemporânea: a relação entre a "Sociedade do Cansaço" e a forma como gerenciamos nossa própria vida.
Partiremos da figura mitológica de Prometeu — aquele que "pensa antecipadamente" — para compreender como o seu castigo eterno de regeneração e dor se tornou uma metáfora precisa para o ciclo de produtividade e exaustão em que estamos inseridos.
Ao longo desta conversa, exploraremos o diagnóstico do filósofo Byung-Chul Han, que nos alerta para uma mudança sutil, mas devastadora: não somos mais oprimidos por tiranos externos, mas por nós mesmos.
Veremos como o imperativo do "você pode tudo" transformou a nossa liberdade em uma armadilha de insuficiência crônica, onde a falta de limites dissolve o nosso contorno humano e nos transforma em máquinas de desempenho.
Para ancorar essa jornada, buscaremos a sabedoria milenar do estoicismo de Epicteto e Marco Aurélio, aprendendo a distinguir o que realmente depende de nós e a aceitar a finitude como condição para uma vida plena.
Discutiremos o repouso não como uma recompensa pela produtividade, mas como uma necessidade sagrada e um ato de resistência.
Ao final, meu objetivo é que possamos discernir se o cansaço que sentimos hoje é o esforço legítimo de quem constrói um legado ou apenas a exaustão de quem corre desesperadamente para não ser alcançado por si mesmo.