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No âmbito da rubrica 20 anos, 20 entrevistas, conversamoscom Ana Trigo Morais num momento em que a economia circular deixou de ser uma ambição e passou a ser uma condição de competitividade para o país e para as empresas. À frente da Sociedade Ponto Verde, impõe-se como uma das mais clarase consistentes do sector. A gestora descreve um país que evoluiu muito na última década — sete em cada dez portugueses já reciclam — mas que enfrenta agora o ciclo mais exigente de sempre: novos modelos de recolha, metas europeias mais duras, pressão regulatória, inovação material e uma urgência absoluta em transformar dados em decisões. Entre desafios operacionais, aceleração tecnológica e mudanças profundas no comportamento dos consumidores, permanece uma convicção: a circularidade só avançará se todo o sistema — empresas, Estado, municípios e cidadãos — deixar de fazer “mais do mesmo” e abraçar, sem hesitações, um novo desenho para o futuro.
By Grande ConsumoNo âmbito da rubrica 20 anos, 20 entrevistas, conversamoscom Ana Trigo Morais num momento em que a economia circular deixou de ser uma ambição e passou a ser uma condição de competitividade para o país e para as empresas. À frente da Sociedade Ponto Verde, impõe-se como uma das mais clarase consistentes do sector. A gestora descreve um país que evoluiu muito na última década — sete em cada dez portugueses já reciclam — mas que enfrenta agora o ciclo mais exigente de sempre: novos modelos de recolha, metas europeias mais duras, pressão regulatória, inovação material e uma urgência absoluta em transformar dados em decisões. Entre desafios operacionais, aceleração tecnológica e mudanças profundas no comportamento dos consumidores, permanece uma convicção: a circularidade só avançará se todo o sistema — empresas, Estado, municípios e cidadãos — deixar de fazer “mais do mesmo” e abraçar, sem hesitações, um novo desenho para o futuro.