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Or


(Intro: Som de vento uivante, correntes metálicas se arrastando, badalar fúnebre de sino de igreja)
(Som de órgão de igreja dramático e dissonante)
(Gargalhada maníaca e profunda do Zé do Caixão)
[Verso 1]
Dizem que sou o mal, que sou o ateu, o renegado
Mas olhem para si mesmos, pobres seres adestrados!
Viciados no medo de um inferno que nunca viram
Escravos de um mito que seus pais lhes serviram
Vocês tremem diante da cruz, buscam a muleta do invisível
Enquanto eu encaro o vazio... e o acho incrível!
(Crescendo de tambores tribais e tensos)
[Refrão]
Não há Deus, não há Diabo, só a força do meu sangue!
Deixem que a hipocrisia de vocês se desmanche e manque
Enquanto o russo Ivan chora o terror da liberdade
Eu celebro o nada... eu sou a própria verdade!
(Efeito sonoro: Som de serpentes rastejando e chocalhos de cascavel)
[Verso 2]
Vejam estas serpentes, vejam estas mulheres medrosas
Descrentes por tédio, mas na alma... pusilânimes, nervosas!
A religião lhes deu o vício, a dose diária do pavor
E agora que retirei a droga, sentem a abstinência da dor
O crime e o castigo são fantasmas da mente servil
Eu não sinto culpa... meu espírito é febril e viril!
(A música baixa para um tom de suspense, apenas um baixo contínuo e sombrio)
[Bridge - Spoken Word / Falado]
(Voz com muito eco e tom de autoridade)
"Vocês chamam de pecado o que eu chamo de coragem.
O cristianismo lhes ensinou a moral pelo chicote do diabo.
Eu apenas trouxe o chicote para a luz do dia!
Se o seu Deus não os salva das minhas cobras, de que serve a sua fé?
Vocês são viciados em mentiras... e eu sou a cura amarga!"
(Explosão de orquestra e órgão fúnebre)
[Verso 3]
Não busco o perdão, pois não reconheço o juiz
Quero o filho perfeito, a linhagem que sempre quis
Um homem sem o veneno da fé, sem o adestramento do medo
Que olhe para o cadáver e veja apenas... o segredo!
A imortalidade não está no céu, mas no ventre e na carne
Que a farsa da vossa moral finalmente se encarne!
[Final]
Tudo é mentira!
Tudo é nada!
O sangue é o meu guia... e o túmulo a morada!
(Gargalhada final ecoando até sumir)
(Outro: O órgão de igreja volta a tocar uma marcha fúnebre que vai desacelerando e ficando distorcida até o silêncio total)
(Fade out)
Transformando grandes ideias em torno do ateísmo em forma de música. Estamos em um número grande de plataformas de podcast, procure na sua favorita. No Spotify, por motivos que não sei, não aparece, mas aparece em outras plataformas.
Lista, não excludente, sendo atualizada:
By Jorge Guerra Pires(Intro: Som de vento uivante, correntes metálicas se arrastando, badalar fúnebre de sino de igreja)
(Som de órgão de igreja dramático e dissonante)
(Gargalhada maníaca e profunda do Zé do Caixão)
[Verso 1]
Dizem que sou o mal, que sou o ateu, o renegado
Mas olhem para si mesmos, pobres seres adestrados!
Viciados no medo de um inferno que nunca viram
Escravos de um mito que seus pais lhes serviram
Vocês tremem diante da cruz, buscam a muleta do invisível
Enquanto eu encaro o vazio... e o acho incrível!
(Crescendo de tambores tribais e tensos)
[Refrão]
Não há Deus, não há Diabo, só a força do meu sangue!
Deixem que a hipocrisia de vocês se desmanche e manque
Enquanto o russo Ivan chora o terror da liberdade
Eu celebro o nada... eu sou a própria verdade!
(Efeito sonoro: Som de serpentes rastejando e chocalhos de cascavel)
[Verso 2]
Vejam estas serpentes, vejam estas mulheres medrosas
Descrentes por tédio, mas na alma... pusilânimes, nervosas!
A religião lhes deu o vício, a dose diária do pavor
E agora que retirei a droga, sentem a abstinência da dor
O crime e o castigo são fantasmas da mente servil
Eu não sinto culpa... meu espírito é febril e viril!
(A música baixa para um tom de suspense, apenas um baixo contínuo e sombrio)
[Bridge - Spoken Word / Falado]
(Voz com muito eco e tom de autoridade)
"Vocês chamam de pecado o que eu chamo de coragem.
O cristianismo lhes ensinou a moral pelo chicote do diabo.
Eu apenas trouxe o chicote para a luz do dia!
Se o seu Deus não os salva das minhas cobras, de que serve a sua fé?
Vocês são viciados em mentiras... e eu sou a cura amarga!"
(Explosão de orquestra e órgão fúnebre)
[Verso 3]
Não busco o perdão, pois não reconheço o juiz
Quero o filho perfeito, a linhagem que sempre quis
Um homem sem o veneno da fé, sem o adestramento do medo
Que olhe para o cadáver e veja apenas... o segredo!
A imortalidade não está no céu, mas no ventre e na carne
Que a farsa da vossa moral finalmente se encarne!
[Final]
Tudo é mentira!
Tudo é nada!
O sangue é o meu guia... e o túmulo a morada!
(Gargalhada final ecoando até sumir)
(Outro: O órgão de igreja volta a tocar uma marcha fúnebre que vai desacelerando e ficando distorcida até o silêncio total)
(Fade out)
Transformando grandes ideias em torno do ateísmo em forma de música. Estamos em um número grande de plataformas de podcast, procure na sua favorita. No Spotify, por motivos que não sei, não aparece, mas aparece em outras plataformas.
Lista, não excludente, sendo atualizada: