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Estamos no mês de agosto, mês em que o Pergunta Simples faz a sua pausa de verão.
Mas este ano estive a olhar para lista dos melhores episódios de sempre e decidi escolher e voltar a publicar os mais populares ou os que geraram mais comentários e as vossas reações.
Foi a melhor forma que encontrei para conseguir fazer uma escolha justa entre os mais de 140 episódios.
Sei que há muitos ouvintes, hoje habituais, e agradeço.vos por isso, que só agora acompanham os programas. É uma oportunidade de ouvirem outras falas.
Tópicos:
[00:00] – Introdução do episódio, falando sobre a temática de dietas e equilíbrio alimentar.
[02:10] – Discussão sobre a pressão social para perder peso.
[05:25] – A diferença entre homens e mulheres na perda de peso e o papel do metabolismo.
[09:40] – Discussão sobre as várias dietas da moda e como elas podem afetar a saúde.
[15:50] – Conversa sobre o impacto da pandemia no peso e na saúde das pessoas.
[22:10] – Agatha Roquette fala sobre a sua própria jornada de luta contra o peso.
[28:35] – Discussão sobre os desafios emocionais e psicológicos de lidar com o ganho de peso.
[34:20] – Conversa sobre o papel da alimentação na saúde mental e bem-estar.
[40:05] – Agatha Roquette fala sobre a sua experiência pessoal de perda de peso durante a pandemia.
[45:30] – Discussão sobre a importância de encontrar um equilíbrio entre a dieta e o prazer de comer.
[52:15] – Conversa sobre a influência do ambiente e das relações pessoais na relação com a comida.
[58:00] – Encerramento do episódio, reflexão sobre as lições aprendidas com Agatha Roquete.
Na semana passada partilhei convosco a forma de olhar a vida de Dulce Bouça, medica psiquiatra, especialista em doenças de comportamento alimentar.
E por isso escolhi começar esta série de férias de verão com o testemunho da nutricionista Ágata Roquette. Ela própria sentiu na pele o impacto de ter engordado e a disciplina de voltar a reequilibrar-se e a voltar à boa forma física que sempre teve.
No mundo acelerado de hoje, todos lutamos para manter a forma e a saúde. Nos meses imediatamente antes do verão, a maioria de nós tenta livrar-se daqueles quilos extras acumulados durante o inverno.
E essa pulsão quase geral é um bom pretexto para explorar o mundo fascinante das dietas e do equilíbrio alimentar.
Agata Roquette é autora de um livro campeão de vendas sobre uma dieta de 31 dias e que viveu a sua própria jornada de luta contra o peso.
E aceitou partilhou connosco as histórias que ouve todos os dias das pessoas que a procuram no seu consultório. Ela ajudou-me a compreender os desafios específicos enfrentados por homens e mulheres na tentativa de perder peso, bem como o papel crucial do metabolismo.
É que há uma diferença entre o metabolismo masculino e feminino. Segundo ela, os homens têm a sorte de perder peso mais facilmente devido à maior quantidade de tecido muscular. Isso não significa que as mulheres não possam perder peso, apenas que podem precisar trabalhar um pouco mais duro para ver os mesmos resultados.
Mas, como todos intuímos, isto do peso não é só uma questão de comida. As nossas emoções podem afetar o nosso peso. Muitas vezes, as pessoas comem mais quando estão tensas ou ansiosas. E quando comemos demais, podemos sentir culpa, o que pode levar a mais stresse e ansiedade. É um círculo vicioso que pode ser difícil de quebrar.
Por isso vale a pena recuperar este episódio.
TRANSCRIÇÃO AUTOMÁTICA
0:00:13 – JORGE CORREIA
Engordamos quando comemos mais do que energia que gastamos, e o contrário também é verdade Gastar mais energia, fazer exercício e cortar narração costuma funcionar, mas não é assim tão fácil, pois não Estou a ficar com um retinho, está a dar-me uma fumeca, estou capaz de comer um elefante. Come, rapaz, come que. Quem não é para comer não é para trabalhar. Como veem, temos múltiplas expressões que nos falam da comida, de comer muito. Quase sempre são expressões de ilugio ou celebração da santa, doce, salgada ou recompensadora comida. E depois ademirá-nos que nos dê para a engorda. O nosso apetite guloso só tem paralelo com a nossa pressa para emagrecer antes do verão.
E este programa é sobre isso, sobre o nosso diálogo com a balança e com o espelho e com o nosso nutricionista de eleição, se existir. Ou então o nosso mergulho na internet nas mil dietas que a moda nos mete em frente aos olhos. Há mesmo muitas, e eu fui pesquisar algo, mas colhi três. Por exemplo, a dieta paleolítica, também conhecida como a dieta do homem das cavernas, que se concentra habitualmente em alimentos que se encontram na natureza, no fundo saia da caverna e é o que apanhar Card, peis, frutas, fugindo claro dos alimentos mais industrializados. A boa notícia é que não é preciso contar calorias para esta dieta, no máximo é só encontrar uma caverna. Mas radical é a dieta low carb. O nome disso tudo é cortar nos carboidratos e dá preferência a alimentos ricos em proteínas e gorduras boas As carnes, os ovos, o queios. É utilizada para perder peso e também ajuda a reduzir o risco de doenças graves, nomeadamente cardioevascular ou diabetes, mas pode oferecer menos vitaminas do que aquelas que precisamos.
Eu gosto desta terceira, a dieta mediterrânea, a nossa portuguesa, inclui frutas, verduras, peixes, limitas, gorduras não saudáveis. Ainda por cima diz que é boa por ao coração. E há uma quarta dieta. Não sei se é exatamente uma dieta. É o chamado jejum intermitente. Não é bem uma dieta, é uma espécie de horário dos comboios, ora, como muitas vezes durante um tempo, ora passas umas horas valentes sem comer. Mas há muito mais dietas e muito mais pessoas a querer perder desesperadamente peso. Por isso quis mergulhar no segredo da nutricionista Agatha Raquete para saber o que houve todos os dias dos seus pacientes, das pessoas que a procuram. Ela escreveu um livro de grande sucesso com uma dieta para 31 dias e viveu uma experiência pessoal de ganho exagerado de peso. Falei-nos disso também Agora. Adivinhem-lá, o que é que eu fui perguntar à nutricionista? Como é que eu emagreço 5 quilos agora já?
0:03:52 – ÁGATA ROQUETTE
0:04:05 – JORGE CORREIA
0:04:07 – ÁGATA ROQUETTE
0:04:15 – JORGE CORREIA
0:04:20 – ÁGATA ROQUETTE
0:04:30 – JORGE CORREIA
0:04:31 – ÁGATA ROQUETTE
0:04:51 – JORGE CORREIA
0:05:05 – ÁGATA ROQUETTE
0:05:40 – JORGE CORREIA
0:05:49 – ÁGATA ROQUETTE
0:05:54 – JORGE CORREIA
0:06:06 – ÁGATA ROQUETTE
Não se nota muito, mas eu acho que se nota quando separamos a final aquilo fazia alguma coisa. Então um balanço quando nós jámos trabalhar e temos que ir, e subirmos a descadas e temos uma lufa, lufa Sim diária de 5 dias e eu acho que acordar, por se calhar o pessoal, umas calças aliás, uma parte de cima, que as calças de programas se mantém e automaticamente em reuniões ou colçutas, ou seja online, acaba por não aumentar aquele metabolismo e o corpo que loga de trabalhar.
0:07:20 – JORGE CORREIA
0:07:22 – ÁGATA ROQUETTE
0:07:25 – JORGE CORREIA
0:07:33 – ÁGATA ROQUETTE
0:08:30 – JORGE CORREIA
0:08:37 – ÁGATA ROQUETTE
0:08:39 – JORGE CORREIA
0:08:41 – ÁGATA ROQUETTE
0:09:16 – JORGE CORREIA
0:09:30 – ÁGATA ROQUETTE
0:10:00 – JORGE CORREIA
0:10:01 – ÁGATA ROQUETTE
0:10:12 – JORGE CORREIA
0:10:13 – ÁGATA ROQUETTE
0:10:19 – JORGE CORREIA
0:10:23 – ÁGATA ROQUETTE
0:10:25 – JORGE CORREIA
0:10:26 – ÁGATA ROQUETTE
0:10:47 – JORGE CORREIA
0:11:00 – ÁGATA ROQUETTE
0:11:18 – JORGE CORREIA
0:11:22 – ÁGATA ROQUETTE
Comer com os outros Com os outros. Eu em casa, hoje em dia, graças a Deus, já tive muitos problemas na adolescência de comer sozinha e as condidas e era tudo as condidas. hoje em dia gosto exatamente do contrário comer socialmente e sem esconder, comer com os outros, comer com as outras.
0:11:58 – JORGE CORREIA
0:12:28 – ÁGATA ROQUETTE
0:12:38 – JORGE CORREIA
0:12:45 – ÁGATA ROQUETTE
0:13:21 – JORGE CORREIA
0:13:28 – ÁGATA ROQUETTE
0:13:55 – JORGE CORREIA
0:13:57 – ÁGATA ROQUETTE
0:14:15 – JORGE CORREIA
0:14:26 – ÁGATA ROQUETTE
0:14:39 – JORGE CORREIA
0:14:43 – ÁGATA ROQUETTE
0:15:42 – JORGE CORREIA
0:15:51 – ÁGATA ROQUETTE
0:16:04 – JORGE CORREIA
0:16:07 – ÁGATA ROQUETTE
0:16:42 – JORGE CORREIA
0:16:56 – ÁGATA ROQUETTE
0:17:09 – JORGE CORREIA
0:17:10 – ÁGATA ROQUETTE
O provador e a minha mãe chorava cá fora, percebi que eu estava a chorar lá dentro. Então aquilo foi ali uma fase nada me servia, porque eu também depois escolhava sou alta, sou grande, as calças não passavam dos joelhos, não havia nada que me servi. E foi muito repentinho. Eu não sou a lidar com isso, com isso, com isso ao mente peso E o que me levou ainda a compensar mais com comida cada vez que eu estava mais triste, sentimento, culpa de que eu estava, de futebolismo, que eu estava comendo outra vez, e entrar ali num ciclo muito complicado que me ensinou imenso. Obviamente eu preferi não ter passado por essa fase da minha vida, mas foram 7 anos que se calhar na minha profissão, a profissão que escolhi depois não entrar em dentária, que foi a nutricão, hoje em dia deu imenso ensinamentos. Foram 7 anos duros para mim, mas que hoje em dia, se calhar, me ajudam na minha vida profissional.
0:18:17 – JORGE CORREIA
0:18:22 – ÁGATA ROQUETTE
0:18:42 – JORGE CORREIA
0:18:45 – ÁGATA ROQUETTE
Não tinha qualquer prazer para fazer desporto, tinha vergonha. Não ia aos ginásios, não ia.
0:19:26 – JORGE CORREIA
0:19:35 – ÁGATA ROQUETTE
0:19:47 – JORGE CORREIA
0:19:51 – ÁGATA ROQUETTE
0:20:31 – JORGE CORREIA
0:20:36 – ÁGATA ROQUETTE
Acabacei a ouvir o outro. Eu acho que desabafe, eu gosto. O que é que lhe dizem?
0:21:40 – JORGE CORREIA
0:21:43 – ÁGATA ROQUETTE
Isto é tudo muito psicológico. A parte de nós nos compensarmos com comida. Tem a ver tudo com a parte psicológica dos dramas que estamos a viver na altura. Há muita gente que pode não compensar com comida, que pensa-se que há com imenso desporto, com massagens, com tempo de caminhadas de praia, mas há muita gente que não tem essas hipóteses e acaba por isso sempre porque a comida é uma sentença fácil e dá um prazer rápido.
0:22:38 – JORGE CORREIA
0:22:46 – ÁGATA ROQUETTE
0:23:01 – JORGE CORREIA
0:23:05 – ÁGATA ROQUETTE
0:23:20 – JORGE CORREIA
0:23:24 – ÁGATA ROQUETTE
0:23:37 – JORGE CORREIA
0:23:40 – ÁGATA ROQUETTE
0:24:14 – JORGE CORREIA
0:24:20 – ÁGATA ROQUETTE
0:25:18 – JORGE CORREIA
0:25:20 – ÁGATA ROQUETTE
0:25:31 – JORGE CORREIA
0:25:37 – ÁGATA ROQUETTE
0:25:47 – JORGE CORREIA
0:25:50 – ÁGATA ROQUETTE
0:26:00 – JORGE CORREIA
0:26:02 – ÁGATA ROQUETTE
0:26:09 – JORGE CORREIA
0:26:12 – ÁGATA ROQUETTE
0:26:16 – JORGE CORREIA
0:26:21 – ÁGATA ROQUETTE
0:26:44 – JORGE CORREIA
0:26:56 – ÁGATA ROQUETTE
0:27:13 – JORGE CORREIA
0:27:18 – ÁGATA ROQUETTE
0:27:35 – JORGE CORREIA
0:27:36 – ÁGATA ROQUETTE
0:28:22 – JORGE CORREIA
0:28:24 – ÁGATA ROQUETTE
0:28:32 – JORGE CORREIA
0:28:33 – ÁGATA ROQUETTE
0:28:47 – JORGE CORREIA
0:29:02 – ÁGATA ROQUETTE
0:29:14 – JORGE CORREIA
0:29:16 – ÁGATA ROQUETTE
0:29:40 – JORGE CORREIA
0:29:53 – ÁGATA ROQUETTE
0:30:16 – JORGE CORREIA
0:30:18 – ÁGATA ROQUETTE
0:30:29 – JORGE CORREIA
0:30:38 – ÁGATA ROQUETTE
Mentem. As crianças mentem tanto, mas são tão queridas. A pessoa percebeu completamente que me estão a mentir. Acho que os adultos, acho que consigo ter uma boa empatia com os meus pacientes e acho que eles não mentem. Acho que até pelo contrário. É que eu deve desbocar tudo O que fizeram, por exemplo, é que o Donald se fez aqui e foi ali, foi ao lentejo, foi ao norte. Com ele acho que temos uma relação engraçada.
0:31:14 – JORGE CORREIA
0:31:18 – ÁGATA ROQUETTE
0:31:48 – JORGE CORREIA
0:32:00 – ÁGATA ROQUETTE
0:32:08 – JORGE CORREIA
0:32:09 – ÁGATA ROQUETTE
0:32:23 – JORGE CORREIA
0:32:24 – ÁGATA ROQUETTE
Não faz lanches intermedias E em fardas brutos Há homocéos de antar, muito, muito, como o dobro ou tribo das calorias. Provavelmente vai ter que mido de hinta E que tem muita fome. Tem E é mesmo fome, mas o homem é homínio, como por fome. Eu acredito que os homens é como um porfome verdadeira E nós comemos por fome. Sem fome, tristes, contentes, neuras, nós comemos por todo tempo.
0:32:55 – JORGE CORREIA
0:33:12 – ÁGATA ROQUETTE
0:33:19 – JORGE CORREIA
0:33:23 – ÁGATA ROQUETTE
0:33:41 – JORGE CORREIA
0:33:43 – ÁGATA ROQUETTE
0:33:47 – JORGE CORREIA
0:33:52 – ÁGATA ROQUETTE
0:34:16 – JORGE CORREIA
0:34:20 – ÁGATA ROQUETTE
0:34:23 – JORGE CORREIA
0:34:25 – ÁGATA ROQUETTE
0:34:56 – JORGE CORREIA
0:35:10 – ÁGATA ROQUETTE
0:35:17 – JORGE CORREIA
0:35:20 – ÁGATA ROQUETTE
0:35:52 – JORGE CORREIA
0:35:56 – ÁGATA ROQUETTE
Eu ainda vou pôr Eu e uma crescimento, nunca vou ser. não quer dizer que não tenha pacientes que não me peçam e que não queram fazer o junho a termo de tempo por conta própria.
0:36:33 – JORGE CORREIA
0:36:34 – ÁGATA ROQUETTE
0:36:49 – JORGE CORREIA
0:36:54 – ÁGATA ROQUETTE
0:37:20 – JORGE CORREIA
0:37:43 – ÁGATA ROQUETTE
0:37:47 – JORGE CORREIA
0:37:49 – ÁGATA ROQUETTE
0:37:58 – JORGE CORREIA
0:38:02 – ÁGATA ROQUETTE
No mesmo tempo, no mesmo dia, ao mesmo tempo, ou um petisco engraçado, mas amezas copãozinho todo lá para dentro, que é ótimo agora no verão, uma cervejinha a acompanhar momentos de relaxamento que não é só pela dieta, é pela semana de trabalho que nós tivemos e filhos de preocupações.
0:38:38 – JORGE CORREIA
0:38:39 – ÁGATA ROQUETTE
0:39:03 – JORGE CORREIA
0:39:05 – ÁGATA ROQUETTE
0:39:25 – JORGE CORREIA
0:39:27 – ÁGATA ROQUETTE
0:40:01 – JORGE CORREIA
0:40:04 – ÁGATA ROQUETTE
0:40:10 – JORGE CORREIA
0:40:17 – ÁGATA ROQUETTE
0:40:43 – JORGE CORREIA
0:40:44 – ÁGATA ROQUETTE
0:41:04 – JORGE CORREIA
0:41:09 – ÁGATA ROQUETTE
0:41:22 – JORGE CORREIA
0:41:28 – ÁGATA ROQUETTE
0:41:47 – JORGE CORREIA
0:41:49 – ÁGATA ROQUETTE
0:41:52 – JORGE CORREIA
0:41:56 – ÁGATA ROQUETTE
0:42:26 – JORGE CORREIA
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0:42:54 – JORGE CORREIA
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0:43:45 – JORGE CORREIA
0:43:47 – ÁGATA ROQUETTE
0:44:01 – JORGE CORREIA
0:44:05 – ÁGATA ROQUETTE
0:44:12 – JORGE CORREIA
0:44:42 – ÁGATA ROQUETTE
Já o faça há muitos anos. Tenho dois filhos com idades de comer muito, um conterreuzinho com dez. Se eu comprar tudo o que há no supermercado, eles vão comer tudo o que eu comprei. Então minha disciplina de casa eles não têm qualquer.
0:45:19 – JORGE CORREIA
0:45:21 – ÁGATA ROQUETTE
0:45:38 – JORGE CORREIA
0:45:43 – ÁGATA ROQUETTE
0:45:51 – JORGE CORREIA
0:45:53 – ÁGATA ROQUETTE
Eu deixo-vos comer pão. Não tenho blacha, não tenho cereais, não há qualquer hipótese de desneiras. Mas um pão em casa em pandemia não é um pão, são vários, foi preciso Foi-se um filho mais novo como sou dava, mas imagino sou preciso comer banana, uma pera, um iogurte, um. Tem imensa a voltar. Não para de comer Ao fim de semana. Fazemos refeições fora e eu estou acompanhada Porque eu também gosto que eles comam ao fim de semana, porque eles abeceram. Vamos a um restaurante, eles comem o típico bitoque. Eu adoro que eles comam o bitoque, não importa nada, também gosto, não é para aí. Só que depois o meu filho mais novo está sempre a esfera de que alguém deixe o bitoque e que vos comam de um pão no baixo da mesa comer o bitoque. Eu já não deixei comer mais pão do cesto, mas se está um escondido, estou ali com alguns problemas para resolver. Ele é supercrito e tem umas peixinhas que eu não aguento. Eu quase que estou aguentada com o bebê mais de um tempo, mas acho que vai ter que ser um bocadinho mais dura E eu acho que não está a altura de passar alguma coisa, porque eu acho que ele na escola como mais alguma coisa.
Ele não tem dinheiro, não tem potos de roubar, não levam-me para a escola, não tem cartões, não tem nada, come na cantina, mas ali que vai a coisa que está a altura de passar. Está a fazer lembrar uma parecinha muito engraçada que eu tinha cuidado dele, que nunca perdeu peso comigo, mas ela não fazia as meredas. Ela estava com a mãe à noite também. Dizer eu não consigo perceber. Ela está a fazer tudo tão direitinho. Dizer mãe, era dona de uma pastilaria, o que não era fácil, e ela deixou-te comer coisas na pastilaria. O problema dela é que a minha merenda tudo o que estava a ver na p e a mãe dizia ela deixou-te comer E passaram dois meses que nós não vimos assim grandes resultados, onde estava a batota.
Ela num dia contou-nos Com dez aninhos, virou-se para nós e disse olha, eu vou vos contar a minha verdade. Agora que vocês não descobriram, eu vou contar Exatamente eu vou vos contar a falar, eu a ouro da moço, como os restos dos meus amigos todos. E quando é que você come o croquetes, eu come 14. Meu Deus, porque devia pedir os croquetes aos amigos?
0:48:14 – JORGE CORREIA
0:48:15 – ÁGATA ROQUETTE
0:48:35 – JORGE CORREIA
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0:49:11 – JORGE CORREIA
0:49:12 – ÁGATA ROQUETTE
0:49:45 – JORGE CORREIA
0:49:48 – ÁGATA ROQUETTE
0:50:16 – JORGE CORREIA
0:50:55 – ÁGATA ROQUETTE
0:51:16 – JORGE CORREIA
0:51:21 – ÁGATA ROQUETTE
0:51:51 – JORGE CORREIA
0:52:06 – ÁGATA ROQUETTE
Ele ia se vendi 200 mil 250 mil, mas foi espectacular em Portugal, foi muito bom. Eu esse livro, eu tinha tido um convite de uma editora para escrever. Eu nunca tinha escrito, nunca tinha pensado em escrever um livro. E escreviu, não sabia que iria ter televisão. Eu não sabia, dependendo assim não ia contratar, eu não li o contrato Que dizia assim, tinha que fazer a promoção do livro e para ter eu cheio de escrever um livro e a vim dar aos meus pacientes, que já eram alguns, estava ótimo.
0:52:39 – JORGE CORREIA
0:52:42 – ÁGATA ROQUETTE
Queria dizer não, mas se me diz que Quando começa aquilo vai para o meu dia antes e os dias dois dias antes E de facto, as pessoas compraram um livro, gostaram imensa da leitura porque eu tentei fazer dia a dia são 31 dias eu todos os dias falava com elas ou seja, hoje vai sentir isto, mas não se assuste. Vai ter mais fome, mas amanhã já vai ser melhor. Vai ver capaz, ao fim do dia, sentir isto Porque eu tenho experiência de consultas. Isto foi tudo feito através da experiência em consultas, que já são 20 anos, já dá consultas diariamente E eu acho que elas gostaram imensa também do próprio livro, ou seja.
Não foi só terem visto que é verdade acreditar em mim e levarem à compra. Começaram a gostar da leitura e da maneira que eu cheguei a elas uma linguagem muito fácil, muito real, de que elas percebessem o que estava lá e de nada pouco teórico que não tinha ali, a teoria toda E te repete, começam a fazer aquilo ainda. Começam mesmo a perder peso e quase começou a ser boca a boca. Estás mais magros que eu fiz. Olha o que o livro resulta mesmo lá veio outra compra.
0:54:26 – JORGE CORREIA
0:54:29 – ÁGATA ROQUETTE
0:55:24 – JORGE CORREIA
0:55:36 – ÁGATA ROQUETTE
0:56:02 – JORGE CORREIA
0:56:06 – ÁGATA ROQUETTE
0:56:41 – JORGE CORREIA
By Jorge CorreiaEstamos no mês de agosto, mês em que o Pergunta Simples faz a sua pausa de verão.
Mas este ano estive a olhar para lista dos melhores episódios de sempre e decidi escolher e voltar a publicar os mais populares ou os que geraram mais comentários e as vossas reações.
Foi a melhor forma que encontrei para conseguir fazer uma escolha justa entre os mais de 140 episódios.
Sei que há muitos ouvintes, hoje habituais, e agradeço.vos por isso, que só agora acompanham os programas. É uma oportunidade de ouvirem outras falas.
Tópicos:
[00:00] – Introdução do episódio, falando sobre a temática de dietas e equilíbrio alimentar.
[02:10] – Discussão sobre a pressão social para perder peso.
[05:25] – A diferença entre homens e mulheres na perda de peso e o papel do metabolismo.
[09:40] – Discussão sobre as várias dietas da moda e como elas podem afetar a saúde.
[15:50] – Conversa sobre o impacto da pandemia no peso e na saúde das pessoas.
[22:10] – Agatha Roquette fala sobre a sua própria jornada de luta contra o peso.
[28:35] – Discussão sobre os desafios emocionais e psicológicos de lidar com o ganho de peso.
[34:20] – Conversa sobre o papel da alimentação na saúde mental e bem-estar.
[40:05] – Agatha Roquette fala sobre a sua experiência pessoal de perda de peso durante a pandemia.
[45:30] – Discussão sobre a importância de encontrar um equilíbrio entre a dieta e o prazer de comer.
[52:15] – Conversa sobre a influência do ambiente e das relações pessoais na relação com a comida.
[58:00] – Encerramento do episódio, reflexão sobre as lições aprendidas com Agatha Roquete.
Na semana passada partilhei convosco a forma de olhar a vida de Dulce Bouça, medica psiquiatra, especialista em doenças de comportamento alimentar.
E por isso escolhi começar esta série de férias de verão com o testemunho da nutricionista Ágata Roquette. Ela própria sentiu na pele o impacto de ter engordado e a disciplina de voltar a reequilibrar-se e a voltar à boa forma física que sempre teve.
No mundo acelerado de hoje, todos lutamos para manter a forma e a saúde. Nos meses imediatamente antes do verão, a maioria de nós tenta livrar-se daqueles quilos extras acumulados durante o inverno.
E essa pulsão quase geral é um bom pretexto para explorar o mundo fascinante das dietas e do equilíbrio alimentar.
Agata Roquette é autora de um livro campeão de vendas sobre uma dieta de 31 dias e que viveu a sua própria jornada de luta contra o peso.
E aceitou partilhou connosco as histórias que ouve todos os dias das pessoas que a procuram no seu consultório. Ela ajudou-me a compreender os desafios específicos enfrentados por homens e mulheres na tentativa de perder peso, bem como o papel crucial do metabolismo.
É que há uma diferença entre o metabolismo masculino e feminino. Segundo ela, os homens têm a sorte de perder peso mais facilmente devido à maior quantidade de tecido muscular. Isso não significa que as mulheres não possam perder peso, apenas que podem precisar trabalhar um pouco mais duro para ver os mesmos resultados.
Mas, como todos intuímos, isto do peso não é só uma questão de comida. As nossas emoções podem afetar o nosso peso. Muitas vezes, as pessoas comem mais quando estão tensas ou ansiosas. E quando comemos demais, podemos sentir culpa, o que pode levar a mais stresse e ansiedade. É um círculo vicioso que pode ser difícil de quebrar.
Por isso vale a pena recuperar este episódio.
TRANSCRIÇÃO AUTOMÁTICA
0:00:13 – JORGE CORREIA
Engordamos quando comemos mais do que energia que gastamos, e o contrário também é verdade Gastar mais energia, fazer exercício e cortar narração costuma funcionar, mas não é assim tão fácil, pois não Estou a ficar com um retinho, está a dar-me uma fumeca, estou capaz de comer um elefante. Come, rapaz, come que. Quem não é para comer não é para trabalhar. Como veem, temos múltiplas expressões que nos falam da comida, de comer muito. Quase sempre são expressões de ilugio ou celebração da santa, doce, salgada ou recompensadora comida. E depois ademirá-nos que nos dê para a engorda. O nosso apetite guloso só tem paralelo com a nossa pressa para emagrecer antes do verão.
E este programa é sobre isso, sobre o nosso diálogo com a balança e com o espelho e com o nosso nutricionista de eleição, se existir. Ou então o nosso mergulho na internet nas mil dietas que a moda nos mete em frente aos olhos. Há mesmo muitas, e eu fui pesquisar algo, mas colhi três. Por exemplo, a dieta paleolítica, também conhecida como a dieta do homem das cavernas, que se concentra habitualmente em alimentos que se encontram na natureza, no fundo saia da caverna e é o que apanhar Card, peis, frutas, fugindo claro dos alimentos mais industrializados. A boa notícia é que não é preciso contar calorias para esta dieta, no máximo é só encontrar uma caverna. Mas radical é a dieta low carb. O nome disso tudo é cortar nos carboidratos e dá preferência a alimentos ricos em proteínas e gorduras boas As carnes, os ovos, o queios. É utilizada para perder peso e também ajuda a reduzir o risco de doenças graves, nomeadamente cardioevascular ou diabetes, mas pode oferecer menos vitaminas do que aquelas que precisamos.
Eu gosto desta terceira, a dieta mediterrânea, a nossa portuguesa, inclui frutas, verduras, peixes, limitas, gorduras não saudáveis. Ainda por cima diz que é boa por ao coração. E há uma quarta dieta. Não sei se é exatamente uma dieta. É o chamado jejum intermitente. Não é bem uma dieta, é uma espécie de horário dos comboios, ora, como muitas vezes durante um tempo, ora passas umas horas valentes sem comer. Mas há muito mais dietas e muito mais pessoas a querer perder desesperadamente peso. Por isso quis mergulhar no segredo da nutricionista Agatha Raquete para saber o que houve todos os dias dos seus pacientes, das pessoas que a procuram. Ela escreveu um livro de grande sucesso com uma dieta para 31 dias e viveu uma experiência pessoal de ganho exagerado de peso. Falei-nos disso também Agora. Adivinhem-lá, o que é que eu fui perguntar à nutricionista? Como é que eu emagreço 5 quilos agora já?
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Não se nota muito, mas eu acho que se nota quando separamos a final aquilo fazia alguma coisa. Então um balanço quando nós jámos trabalhar e temos que ir, e subirmos a descadas e temos uma lufa, lufa Sim diária de 5 dias e eu acho que acordar, por se calhar o pessoal, umas calças aliás, uma parte de cima, que as calças de programas se mantém e automaticamente em reuniões ou colçutas, ou seja online, acaba por não aumentar aquele metabolismo e o corpo que loga de trabalhar.
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Comer com os outros Com os outros. Eu em casa, hoje em dia, graças a Deus, já tive muitos problemas na adolescência de comer sozinha e as condidas e era tudo as condidas. hoje em dia gosto exatamente do contrário comer socialmente e sem esconder, comer com os outros, comer com as outras.
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O provador e a minha mãe chorava cá fora, percebi que eu estava a chorar lá dentro. Então aquilo foi ali uma fase nada me servia, porque eu também depois escolhava sou alta, sou grande, as calças não passavam dos joelhos, não havia nada que me servi. E foi muito repentinho. Eu não sou a lidar com isso, com isso, com isso ao mente peso E o que me levou ainda a compensar mais com comida cada vez que eu estava mais triste, sentimento, culpa de que eu estava, de futebolismo, que eu estava comendo outra vez, e entrar ali num ciclo muito complicado que me ensinou imenso. Obviamente eu preferi não ter passado por essa fase da minha vida, mas foram 7 anos que se calhar na minha profissão, a profissão que escolhi depois não entrar em dentária, que foi a nutricão, hoje em dia deu imenso ensinamentos. Foram 7 anos duros para mim, mas que hoje em dia, se calhar, me ajudam na minha vida profissional.
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Não tinha qualquer prazer para fazer desporto, tinha vergonha. Não ia aos ginásios, não ia.
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Acabacei a ouvir o outro. Eu acho que desabafe, eu gosto. O que é que lhe dizem?
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Isto é tudo muito psicológico. A parte de nós nos compensarmos com comida. Tem a ver tudo com a parte psicológica dos dramas que estamos a viver na altura. Há muita gente que pode não compensar com comida, que pensa-se que há com imenso desporto, com massagens, com tempo de caminhadas de praia, mas há muita gente que não tem essas hipóteses e acaba por isso sempre porque a comida é uma sentença fácil e dá um prazer rápido.
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Mentem. As crianças mentem tanto, mas são tão queridas. A pessoa percebeu completamente que me estão a mentir. Acho que os adultos, acho que consigo ter uma boa empatia com os meus pacientes e acho que eles não mentem. Acho que até pelo contrário. É que eu deve desbocar tudo O que fizeram, por exemplo, é que o Donald se fez aqui e foi ali, foi ao lentejo, foi ao norte. Com ele acho que temos uma relação engraçada.
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Não faz lanches intermedias E em fardas brutos Há homocéos de antar, muito, muito, como o dobro ou tribo das calorias. Provavelmente vai ter que mido de hinta E que tem muita fome. Tem E é mesmo fome, mas o homem é homínio, como por fome. Eu acredito que os homens é como um porfome verdadeira E nós comemos por fome. Sem fome, tristes, contentes, neuras, nós comemos por todo tempo.
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Eu ainda vou pôr Eu e uma crescimento, nunca vou ser. não quer dizer que não tenha pacientes que não me peçam e que não queram fazer o junho a termo de tempo por conta própria.
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No mesmo tempo, no mesmo dia, ao mesmo tempo, ou um petisco engraçado, mas amezas copãozinho todo lá para dentro, que é ótimo agora no verão, uma cervejinha a acompanhar momentos de relaxamento que não é só pela dieta, é pela semana de trabalho que nós tivemos e filhos de preocupações.
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Já o faça há muitos anos. Tenho dois filhos com idades de comer muito, um conterreuzinho com dez. Se eu comprar tudo o que há no supermercado, eles vão comer tudo o que eu comprei. Então minha disciplina de casa eles não têm qualquer.
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Eu deixo-vos comer pão. Não tenho blacha, não tenho cereais, não há qualquer hipótese de desneiras. Mas um pão em casa em pandemia não é um pão, são vários, foi preciso Foi-se um filho mais novo como sou dava, mas imagino sou preciso comer banana, uma pera, um iogurte, um. Tem imensa a voltar. Não para de comer Ao fim de semana. Fazemos refeições fora e eu estou acompanhada Porque eu também gosto que eles comam ao fim de semana, porque eles abeceram. Vamos a um restaurante, eles comem o típico bitoque. Eu adoro que eles comam o bitoque, não importa nada, também gosto, não é para aí. Só que depois o meu filho mais novo está sempre a esfera de que alguém deixe o bitoque e que vos comam de um pão no baixo da mesa comer o bitoque. Eu já não deixei comer mais pão do cesto, mas se está um escondido, estou ali com alguns problemas para resolver. Ele é supercrito e tem umas peixinhas que eu não aguento. Eu quase que estou aguentada com o bebê mais de um tempo, mas acho que vai ter que ser um bocadinho mais dura E eu acho que não está a altura de passar alguma coisa, porque eu acho que ele na escola como mais alguma coisa.
Ele não tem dinheiro, não tem potos de roubar, não levam-me para a escola, não tem cartões, não tem nada, come na cantina, mas ali que vai a coisa que está a altura de passar. Está a fazer lembrar uma parecinha muito engraçada que eu tinha cuidado dele, que nunca perdeu peso comigo, mas ela não fazia as meredas. Ela estava com a mãe à noite também. Dizer eu não consigo perceber. Ela está a fazer tudo tão direitinho. Dizer mãe, era dona de uma pastilaria, o que não era fácil, e ela deixou-te comer coisas na pastilaria. O problema dela é que a minha merenda tudo o que estava a ver na p e a mãe dizia ela deixou-te comer E passaram dois meses que nós não vimos assim grandes resultados, onde estava a batota.
Ela num dia contou-nos Com dez aninhos, virou-se para nós e disse olha, eu vou vos contar a minha verdade. Agora que vocês não descobriram, eu vou contar Exatamente eu vou vos contar a falar, eu a ouro da moço, como os restos dos meus amigos todos. E quando é que você come o croquetes, eu come 14. Meu Deus, porque devia pedir os croquetes aos amigos?
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Ele ia se vendi 200 mil 250 mil, mas foi espectacular em Portugal, foi muito bom. Eu esse livro, eu tinha tido um convite de uma editora para escrever. Eu nunca tinha escrito, nunca tinha pensado em escrever um livro. E escreviu, não sabia que iria ter televisão. Eu não sabia, dependendo assim não ia contratar, eu não li o contrato Que dizia assim, tinha que fazer a promoção do livro e para ter eu cheio de escrever um livro e a vim dar aos meus pacientes, que já eram alguns, estava ótimo.
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Queria dizer não, mas se me diz que Quando começa aquilo vai para o meu dia antes e os dias dois dias antes E de facto, as pessoas compraram um livro, gostaram imensa da leitura porque eu tentei fazer dia a dia são 31 dias eu todos os dias falava com elas ou seja, hoje vai sentir isto, mas não se assuste. Vai ter mais fome, mas amanhã já vai ser melhor. Vai ver capaz, ao fim do dia, sentir isto Porque eu tenho experiência de consultas. Isto foi tudo feito através da experiência em consultas, que já são 20 anos, já dá consultas diariamente E eu acho que elas gostaram imensa também do próprio livro, ou seja.
Não foi só terem visto que é verdade acreditar em mim e levarem à compra. Começaram a gostar da leitura e da maneira que eu cheguei a elas uma linguagem muito fácil, muito real, de que elas percebessem o que estava lá e de nada pouco teórico que não tinha ali, a teoria toda E te repete, começam a fazer aquilo ainda. Começam mesmo a perder peso e quase começou a ser boca a boca. Estás mais magros que eu fiz. Olha o que o livro resulta mesmo lá veio outra compra.
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