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Uma mãe foi escondida dentro de um pote, com terra por cima. Lá fora, no escuro, o filho chamava por ela: minha mãe, minha mãe. Ela não respondeu. Quem respondeu foi uma fruta, cheia de cuspe.
0:00 A mãe escondida no pote
0:51 A mulher que sabia fiar
2:21 A sorveira
5:10 Solimões: a avó que dormia
7:11 O forte de Belém e a cobra de verdade
10:25 O lago Juá e o homem de Cametá
14:01 Quando eu te chamar
Transcrição e fontes: https://aguasprofundasamazonia.com.br/episodios/cobra-grande-mae-no-pote/
Versão em vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=_qg-YxdwmuM
Playlist Para dormir: lendas do Brasil lidas devagar: https://www.youtube.com/playlist?list=PLcXpsjg2hAXQ
Produzido com IA sob direção humana: a narração é voz sintética; o roteiro é checado contra fontes de domínio público.
Em 1975, às margens do rio Jamanxim, um homem caçava para um acampamento de garimpo quando sentiu um cheiro.
0:00 O que ninguém conta sobre Mapinguari
0:57 Mapinguari: o tamanho do problema
4:04 Mapinguari: as raízes antigas
7:04 A versão que ninguém suaviza
10:03 Por que Mapinguari produz essas histórias
15:06 O próximo episódio
Transcrição e fontes: https://aguasprofundasamazonia.com.br/episodios/mapinguari/
Versão em vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=vRoL0H17tx8
Playlist Para dormir: lendas do Brasil lidas devagar: https://www.youtube.com/playlist?list=PLcXpsjg2hAXQ
Produzido com IA sob direção humana: a narração é voz sintética; o roteiro é checado contra fontes de domínio público.
Histórias de terror da Amazônia para dormir: uma hora e meia de contos antigos do Rio Negro e do Rio Branco, lidos em voz baixa, sem gritos e sem sustos. O terror aqui é o de antigamente: uma voz atrás do toco, um barulho distante na mata, uma canoa que segue para o sol. Feche os olhos quando quiser.
Em 1890, o botânico João Barbosa Rodrigues publicou no Rio de Janeiro o Poranduba Amazonense, uma coletânea de contos que ele ouviu e anotou na língua geral entre 1872 e 1887. Poranduba, nas palavras dele, quer dizer histórias fantásticas, fábulas. Este episódio lê alguns desses contos, um por capítulo, e entre um e outro acompanha as páginas de dois viajantes que passaram pelos mesmos rios: Henry Walter Bates, que publicou o seu livro em 1863, e Herbert Smith, em 1879.
Perto do fim, quando a noite já está funda, entra uma lenda literária: a Yara contada por Affonso Arinos, publicada em 1917. Cada capítulo se entende sozinho. Não é preciso guardar nenhum nome, e não há susto no meio do caminho para acordar quem já dormiu.
Tudo o que se ouve foi lido nos livros originais, de domínio público, e cada fato tem a sua página. A redação e as traduções do inglês e do português de 1890 são nossas. Onde o livro não diz, a narração também não diz.
Fontes (domínio público): João Barbosa Rodrigues, Poranduba Amazonense ou Kochiyma-uara Poranduba (1890); Henry Walter Bates, The Naturalist on the River Amazons (1863); Herbert H. Smith, Brazil, the Amazons and the Coast (1879); Couto de Magalhães, O Selvagem (1876); Affonso Arinos, Lendas e Tradições Brasileiras (1917).
0:00 Abertura: boa noite e o livro
1:07 O Maguary e o sono
4:39 A cidade ao nascer do sol e a primeira noite de Bates
10:49 O beija-flor e o Maguary
13:27 A casa de campo, as alamedas e a água que sobe e desce
23:23 A onça e a anta
25:10 As aves da Estrada das Mongubeiras
28:56 A arara e o pica-pau, e a cantiga do mutum
31:23 Lagartixas, borboletas e uma pequena fonte entre palmeiras
34:51 A chuva da preguiça
36:52 As formigas que levavam folhas
44:38 Os caminhos de canoa
47:44 A Matinta e a pergunta sobre o melado
50:44 Os ruídos da floresta, e quem os faz
55:22 O Curupira e o infeliz: a conversa na mata
58:12 O Curupira e o infeliz: a corda e os porcos
1:02:41 O caminho de água de Pedro-uassú
1:07:33 A Yara, versão de Manaus: a canoa de Jaguarari
1:11:28 A Yara, versão de Manaus: a última visão da canoa
1:15:23 A noite da escuna rumo a Cametá
1:19:49 A praia ao amanhecer
1:23:59 O Maguary outra vez
Transcrição e fontes: https://aguasprofundasamazonia.com.br/dormir/lendas-amazonicas/
Versão em vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=GuqXC3AdCd4
Playlist Para dormir: lendas do Brasil lidas devagar: https://www.youtube.com/playlist?list=PLcXpsjg2hAXQ
Produzido com IA sob direção humana: a narração é voz sintética; o roteiro é checado contra fontes de domínio público.
Sobre os casos: as histórias de caçadores, madeireiros e pescadores que se perderam na mata, contadas neste vídeo, são tradição oral, sem registro documental conhecido, e são narradas como relato, não como fato comprovado. O que é documento: Couto de Magalhães, «O Selvagem» (1876), e a carta de José de Anchieta escrita em São Vicente em 1560, ambos de domínio público.
0:00 Abertura
0:19 O que ninguém conta sobre o Curupira
1:58 Este canal
2:38 O Curupira: o tamanho do problema
7:57 O Curupira: as raízes antigas
12:34 A versão que ninguém suaviza
18:15 Por que o Curupira produz essas histórias
20:58 O próximo episódio
22:44 Encerramento
Transcrição e fontes: https://aguasprofundasamazonia.com.br/episodios/curupira/
Versão em vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=DLDrKb-u_fw
Playlist Para dormir: lendas do Brasil lidas devagar: https://www.youtube.com/playlist?list=PLcXpsjg2hAXQ
Produzido com IA sob direção humana: a narração é voz sintética; o roteiro é checado contra fontes de domínio público.
No coração do Pará, onde a floresta parece não ter fim, todo ribeirinho conhece essa história. Contam que um madeireiro ouviu um assobio por noites seguidas, e na quarta não voltou. Encontraram só a machadinha dele enterrada na lama. Ela começa sempre com um assobio. Dizem que, em noites de lua nova, uma velha aparece nas trilhas. Ela não fala. Só assobia. E cobra fumo.
0:00 Abertura
0:19 O que ninguém conta sobre a Matinta Pereira
1:34 Este canal
2:28 A Matinta Pereira: o tamanho do problema
7:35 A Matinta Pereira: as raízes antigas
11:39 A versão que ninguém suaviza
14:57 Por que a Matinta Pereira produz essas histórias
17:43 O próximo episódio
18:57 Encerramento
Transcrição e fontes: https://aguasprofundasamazonia.com.br/episodios/matinta/
Versão em vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=lSDxn10EiUw
Playlist Para dormir: lendas do Brasil lidas devagar: https://www.youtube.com/playlist?list=PLcXpsjg2hAXQ
Produzido com IA sob direção humana: a narração é voz sintética; o roteiro é checado contra fontes de domínio público.
A Boiúna, ou Cobra Grande, é a cobra que dorme no fundo dos rios do Pará, na tradição dos ribeirinhos. No papel, ela aparece em 1876, em O Selvagem, de Couto de Magalhães: a lenda tupi em que a noite estava adormecida no fundo das águas, na casa da Cobra Grande. Os casos com data contados no vídeo são relato oral, sem documento.
0:00 Abertura
0:19 O que ninguém conta sobre a Boiúna
1:01 Este canal
1:31 A Boiúna: o tamanho do problema
4:59 A Boiúna: as raízes antigas
7:21 A versão que ninguém suaviza
13:56 Por que a Boiúna produz essas histórias
16:34 O próximo episódio
17:56 Encerramento
Transcrição e fontes: https://aguasprofundasamazonia.com.br/episodios/boiuna/
Versão em vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=KQyY31zHmY8
Playlist Para dormir: lendas do Brasil lidas devagar: https://www.youtube.com/playlist?list=PLcXpsjg2hAXQ
Produzido com IA sob direção humana: a narração é voz sintética; o roteiro é checado contra fontes de domínio público.
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