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Alô, alô! Por que o Senado é muito importante? Em época de eleições o debate parece se concentrar somente no poder executivo, na presidência. Claro que esté um cargo importante, mas neste ano os cargos do Senado Federal estão passando por uma grande mudança, principalmente para o campo progressista.
Por isso nesse episódio Caramelo, Camila e Marx vão explicar como funcionam os três poderes, qual o papel dos Senadores e nos aprofundaremos sobre esse momento de renovação no Senado Federal. Além disso, vamos fazer um levantamento sobre como os Senadores, e seus partidos, votaram nas pautas que consideramos importantes: educação, ambiente, ciência e desigualdade social.
Então bora refletir sobre nosso voto para além da briga entre Lula e família Bolsonaro? Da o play e descubra!
Novidade: Nova temporada do podcast Sinal de Vida!
Estamos produzindo uma nova grande aventura desse podcast narrativo que te emocionou na primeira temporada. Agora acompanhamos uma viagem de campo em meio a Amazônia. Mas para ela acontecer, precisamos do seu apoio, para apoiar e saber mais acesse: www.catarse.com.br/SinalDeVidaPodcast.
Assuntos Abordados:
00:00 – Introdução
02:35 – Os três poderes. Qual diferença entre Executivo e Legislativo?
10:51 – Senado: autorizar operações financeiras externas.
14:08 – Renovação do Senado: porque essa eleição é importante?
22:55 – Novidade! Novas aventuras no Sinal de Vida!
28:37 – Pautas Ambientais: quais partidos as defendem?
31:44 – Desigualdade Social: como os partidos votaram?
34:34 – Imposto de Renda e outras questões sociais.
42:00 – Conclusões: precisamos renovar o Legislativo!
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📚 Links e Referências:
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #096 Ciência e Política se misturam?
Alô, Ciência? | #035 Ensino de Evolução
Pesquisa e Roteiro: Marcelo “Caramelo”, Camila e Marx
Captação: Marcelo “Caramelo”
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Alô, alô! Cadê a anta que tava aqui? A anta brasileira (Tapirus terrestris) é o maior mamífero terrestre que temos na América do Sul. Os indivíduos adultos podem chegar a 300 kg. Conhecida como jardineira da floresta, a anta tem o importante papel ecológico de dispersar sementes por onde anda, ou seja: é uma espécie que planta a floresta e ajuda a manter a diversidade das nossas matas.
Apesar do nome, a ‘anta brasileira’, não é exclusiva do Brasil. Ela ocorre em 11 países sul americanos, entre eles a Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Peru, entre outros. Em contexto global, a anta é uma espécie considerada vulnerável à extinção e suas populações estão diminuindo devido principalmente à perda de habitat, à caça ilegal, às colisões com veículos (atropelamentos em rodovias) e à contaminação por agrotóxicos.
Nesse episódio Amanda Guedes e Lucas Andrade falam sobre os bastidores da conservação de antas no Brasil com a Patrícia Médici, que é pesquisadora e grande especialista em antas, que há 30 anos lidera um projeto de conservação dedicado a entender mais sobre as gigantes jardineiras da floresta e salvar a espécie da extinção.
O foco da nossa conversa é entender como que a conservação acontece na prática, tendo como exemplos as expedições realizadas pela Iniciativa Nacional de Conservação da Anta Brasileira, a INCAB, para descobrir o paradeiro das antas na Caatinga.
Sorteio exclusivo para apoiadores:
Bolsa Ecobag Anta bordada (da loja do IPE!)
Assuntos Abordados:
00:00 – Bastidores da conservação da anta.
02:04 – O surgimento do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE).
10:00 – Mobilização de equipe.
12:16 – A pulga atrás da orelha: motivações.
17:40 – Expedição em busca da anta na Caatinga.
24:55 – Memórias: entrevistas no território.
28:44 – SORTEIO DO ALÔ!
29:55 – A primeira pegada!
35:23 – Memórias quase perdidas.
39:60 – Próximas viagens!
45:42 – Colisões veiculares: ameaça nº1.
50:24 – Anta sentinela: contaminadas por agroquímicos e metais.
53:23 – Ameaça do fogo.
55:34 – Como salvar as antas?
62:53 – Disco de Ouro: recomendações culturais.
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📀 Disco de Ouro (recomendações culturais):
Amanda – TED da Patrícia Médici
Patrícia – ANTA: o filme
Lucas – Podcast Pantanal: uma saga antológica (em breve nas redes do INCAB)
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #107 A onça faz falta?: Liberação do mesopredador
Alô, Ciência? | #121 De Cocô à Floresta: o Papel das Antas na Dispersão de Sementes
Pesquisa e Roteiro: Amanda Guedes
Captação: Lucas Andrade
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Alô, alô! Os nossos corpos não são habitados apenas por nós mesmos. Nós os compartilhamos com trilhões (!) de microrganismos que vivem praticamente em todas as partes do corpo humano. Cientistas estimam que mais da metade das nossas células não são, de fato, humanas: são células de micróbios, seres vivos microscópicos, como bactérias e fungos.
Quando ouvimos falar em micróbios, a nossa primeira reação geralmente é de medo. Afinal, não faz muito tempo que saímos de uma pandemia, né? Porém, apenas uma pequena fração dos microrganismos conhecidos, menos de 1%, causa doenças. A grande maioria desses micróbios desempenha funções essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Eles ajudam, por exemplo, na digestão, protegem contra outros microrganismos nocivos e podem até auxiliar na melhora de sintomas de ansiedade e depressão. Devido a todas essas funções, o estudo dessa comunidade de micróbios associada ao corpo humano (microbioma humano) vem crescendo muito nos últimos anos. Pesquisadores estão tentando entender quem são os microrganismos que vivem nas diferentes partes do nosso corpo, quais moléculas eles produzem e quais funções essas substâncias desempenham.
Esse conhecimento é importante não apenas para desenvolver novos medicamentos e melhorar a saúde e o bem-estar da sociedade. Ele também nos ajuda a responder uma pergunta fundamental: já que temos mais células microbianas do que células humanas no nosso corpo, entender essas comunidades é também uma forma de entender quem somos nós.
Nesse episódio, Camila Beraldo e Caramelo convidam Rosana Ferreira e Caetano Antunes para desvendarem esses segredos microscópicos.
Da o play! 🙂
Assuntos abordados:
00:00 – Intro: Microbiota dentro de nós
04:44 – O que é microbiota humana?
09:06 – De onde vem nossa microbiota?
11:46 – Existe microbiota boa?
18:08 – Alimentação afeta a microbiota?
22:45 – Antibióticos afetam o microbioma intestinal?
24:48 – Proteção contra infecções.
33:25 – Em quanto tempo a microbiota volta ao normal?
36:06 – Doenças e indústria farmacêutica.
37:48 – Medicamentos a partir de microbiota.
43:35 – Como se estuda microbioma?
53:24 – Motivações na pesquisa.
55:17 – Disco de Ouro: Dicas Culturais
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📚 Links e Referências:
📀 Disco de Ouro (recomendações culturais):
Camila – LIVRO: “Eu contenho multidões: os micróbios dentro de nós” (Ed Yong)
Rosana – PODCAST: Microbiando
Caetano – LIVRO: “Let them eat dirt” (Marie-Claire Arrieta e Brett Finlay)
Caramelo – VÍDEO: In a nutshell | LIVRO: A Cabeça do Santo – Socorro Acioli
🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 4. Um problema microscópico
Alô, Ciência? | #123 Como deixar o Solo Vivo (part. Agrofloresteira)
Pesquisa e Roteiro: Camila Beraldo
Captação: Marcelo “Caramelo” Sato
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Alô, alô! Chega de desculpinhas! Nesse episódio vamos continuar conversando sobre o livro “O Animal Social”, falamos sobre como a gente justifica os erros que cometemos. Falamos sobre a Teoria da Dissonância Cognitiva, que é um “estado de tensão que acontece quando um indivíduo reúne simultaneamente duas cognições (ideias, atitudes, crenças, opiniões) psicologicamente inconsistentes”. Por exemplo quando você tem uma atitude que vai contra imagem que você tem de você mesmo. Quando você chega nesse ponto, você tenta contar uma história para si mesmo para justificar porque você fez isso.
Nesse episódio traremos mais exemplos de autojustificações, como erros justificados pelo próprios esforços e atrocidades feitas pelo ser humano como guerras e assédios. No final vamos dar dicas de como reduzir a dissonância cognitiva, ou seja, como aprender com seus erros e, assim, errar um pouco menos.
Nesse episódio, Lucas Andrade convida Os Mentalistas Beto Parro e Rafa Moritz, que leram o livro “O Animal Social” para entender que o comportamento humano é um resultado da Evolução e que uma das consequências disso é que nossas atitudes não foram moldadas para serem as mais sensatas. Entendê-las sob a luz da Psicologia Social é uma chave para entender a humanidade e a nós mesmos.
CUPOM DE DESCONTO para o show dOs Mentalistas: MENTE30 (para 30% de desconto)
Assuntos abordados:
00:00 – Recapitulando o ep. anterior
02:50 – Autojustificação pelo esforço
07:30 – Crianças e legumes: Psicologia da Inevitabilidade
10:40 – Papel das instituições
12:38 – Novidade do Alô: Sorteio!
13:58 – Violência: guerras e assédio
19:51 – A balança da dissonância cognitiva
23:11 – Dicas: como reduzir a dissonância cognitiva?
30:00 – Dica: desenvolver força no ego!
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🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #157 Autojustificação: enganando a si mesmo
Alô, Ciência? | #133 Como a Dopamina controla sua mente
Pesquisa e Roteiro: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Alô, alô! Errar é humano, se justificar também! Um dos motivos da existência dos métodos científicos é driblar nossos erros, mas quando erramos, tendemos a nos justificar (ou seria inventar desculpas?). Se quisermos entender e desvendar o mundo real (que é o que a ciência tenta fazer), precisamos entender algumas tendências do comportamento humano. Mas quais são essas tendências? Que tipos de erros estamos cometendo sem mesmo perceber?
Quando erramos, na maioria das vezes, nosso cérebro faz alguns malabarismos para acharmos que estamos fazendo a coisa certa. Pra, no fim do dia, a gente deitar a cabeça no travesseiro e pensar “ufa! Estou tendo atitudes coerentes com o que eu penso!”. Isso nos ajuda a entender, por exemplo, porque a temos hábitos que vão contra a nossa vida (Ex: fumar). Ou por que é tão difícil pedir desculpas quando cometemos um grande erro? Ou por que existem pessoas que não acreditam em vacinas ou que apoiam políticos tiranos?
Nesse episódio, Lucas Andrade convida Os Mentalistas Beto Parro e Rafa Moritz, que leram o livro “O Animal Social” (de Elliot Aronson) para entender a autojustificativa, ou seja, como a gente justifica as idiotices que a gente faz.
Teoria da Dissonância Cognitiva: “Estado de tensão que acontece quando um indivíduo reúne simultaneamente duas cognições (ideias, atitudes, crenças, opiniões) psicologicamente inconsistentes”.
CUPOM DE DESCONTO para o show dOs Mentalistas: MENTE30 (para 30% de desconto)
Assuntos abordados:
00:00 – Intro e apresentando convidados
05:40 – Opiniões sobre o livro “O Animal Social“
09:40 – Dissonância cognitiva: tensão entre duas cognições contrárias
11:50 – Experimento dos eletrodomésticos de Jack Brehm
18:28 – Seita apocalíptica, o estudo de Leon Festinger
23:03 – Intensificando uma escolha: SUVs ou carro esporte?
30:11 – Método “pé na porta”: mudança aos poucos
34:47 – Persuasão
39:19 – Novidade do Alô: sorteio!
40:45 – Compromissos crescentes
44:00 – Punição: justificativa externa e interna
48:55 – Autojustificativa na escola
Referências e links
Estudo de Jack Brehm (eletrodomésticos)
The Push: um reality show da Netflix sobre persuadir alguém a empurrar uma pessoa do último andar
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🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #106 BBB e Psicologia: somos influenciados pelo grupo?
Alô, Ciência? | #142 Quem roubou seu foco?
Pesquisa e Roteiro: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Alô, alô! O desenvolvimento e popularização das canetas emagrecedoras como Ozempic e Mounjaro balançaram as redes sociais, mídias e tantos outros espaços públicos. Facilmente a gente encontra pessoas perguntando: Quanto custa? Precisa de receita? Faz mal? Qual é o preço popular? Tem genérico? E tantos outros termos.
Aqui no Brasil, a importação das canetas emagrecedoras aumentou 88% em 2025, superando até mesmo o mercado de celulares! Isso sem contar o crescimento de um mercado ilegal, com casos de contrabando e falsificação desse tipo de medicamento. Mas será que tem tantas pessoas que precisam de canetas emagrecedoras assim?
E para além de pensar se “tal uso faz bem” ou se “tal uso faz mal”, será que não é preciso pensar no que leva as pessoas a essa busca excessiva pelos padrões de magreza? Quais são as consequências desse uso? O quanto as pessoas estão dispostas a sofrer para entrarem nesse padrão?
Para essa conversa, Caramelo, Marx e Jefferson chamaram a Prof.ª Fernanda Scagliusi e o Prof. Bruno Gualano que, juntos, respondem: Afinal, pra que ficar magro? E mais importante: quem tem o direito de ficar e permanecer magro?
Assuntos abordados:
00:00 – Apresentação dos convidados
03:30 – O que são as canetas emagrecedoras?
11:24 – Quem usa canetas emagrecedoras?
22:15 – Economia Moral: estigma de pessoas gordas.
28:43 – Sem tempo pra emagrecer.
39:22 – Medo de engordar.
48:34 – Mundo Fitness: industria trilionária.
Referências e links:
Centro de Medicina e Estilo de Vida
ARTIGOS JORNALÍSTICOS:
https://jornal.usp.br/ciencias/estetica-cultura-e-classe-o-que-esta-por-tras-do-uso-de-canetas-emagrecedoras-sem-indicacao/
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/ozempics-acabarao-com-a-fome-do-mundo.shtml
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/vem-a-caneta-vai-se-o-peso-vai-se-a-caneta-vem-o-peso.shtml
https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/21/anvisa-proibe-canetas-emagrecedoras-do-paraguai-de-tirzepatida-e-retatrutida-vendidas-sem-registro.ghtml
ARTIGOS CIENTÍFICOS:
Scagliusi, F. B., Gualano, B., Andreassen, P., SturtzSreetharan, C., Jensen, S. D., & Brewis, A. (2025). The Uncharted Territory of the New Obesity Drugs in Users Without Obesity: A Sociomedical Perspective. Obesity. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/oby.70069
Scagliusi, F. B., Ulian, M. D., de Oliveira, L. C., Torres, T. H., Unsain, R. A. F., SturtzSreetharan, C., … & Brewis, A. (2025). What is the felt experience of weight stigma in Latin America and the Caribbean? A systematic narrative review. The Lancet Regional Health–Americas. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X25003643
Jensen, S. D., Gualano, B., Andreassen, P., Scagliusi, F. B., SturtzSreetharan, C., & Brewis, A. (2025). Beyond the prescription: Global observations on the social implications of GLP-1 receptor agonists for weight loss. PLOS Global Public Health, 5(12), e0005516. https://journals.plos.org/globalpublichealth/article?id=10.1371/journal.pgph.0005516
VÍDEOS, LIVROS E ETC:
PPG-ANS: Ciência, Café e Prosa – Aula “Estigma relacionado ao peso corporal e o cuidado em saúde” – Professora Fernanda Scagliusi https://www.youtube.com/watch?v=1HkzyrwXPDk
Bruno Gualano: “O mundo fitness é individualizante e egoísta”, Podcast da Semana – Revista Gama https://gamarevista.uol.com.br/podcast/podcast-da-semana/bruno-gualano/
Giro Saúde Especial | Indústria do Bem Estar https://www.canalsaude.fiocruz.br/audios/479
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🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #002 Ciência e esporte
Alô, Ciência? | #056 Você é sedentário?
Pesquisa e Roteiro: Marcelo “Caramelo”(@marceloksato)
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Alô, alô! De onde vem a violência humana? Como indivíduos e como espécies, estamos muito longe de ser anjinhos. Guerras, homicídios, estupros e atrocidades várias não são perversões recentes de uma natureza humana essencialmente gentil: pelo contrário, os tentáculos de trevas de tais fenômenos se estendem pela história e pela Pré-História, nos lugares mais distantes no espaço e no tempo que conseguimos observar. O único jeito honesto de enxergar o que somos e o que podemos ser é não desviar o olhar e lidar com esse legado de uma vez por todas. O primeiro passo para tentar modificar um cenário ruim, afinal de contas, é entendê-lo.
O que é violência? Quando surgiram as guerras? Será que outros seres vivos fazem guerras? Como isso se diferencia entre os gêneros? Existe um fator genético para explicar a violência humana? Como evitar a violência?
Nesse episódio Marx, Caramelo e Jefferson convidam o jornalista Reinaldo José Lopes para respondermos essas e outra perguntas sobre as origens da violência humana (por uma investigação evolutiva) e como evitá-la.
Ouça e se surpreenda!
Assuntos abordados:
00:00 – Apresentação do Reinaldo José Lopes
04:24 – Como definir violência?
10:49 – Perspectiva evolutiva da violência, não determinismo genético!
15:26 – O “gene guerreiro” existe?
19:53 – Como pesquisar essa história evolutiva?
24:33 – Violência em primatas (chimpanzés e bonobos).
31:42 – Violência entre povos.
35:31 – Domesticação levou ao aumento da violência?
43:13 – Gênero, masculinidade e testosterona. Tem a ver com a violência?
50:42 – Infanticídio: machos matando filhotes de outros machos.
53:25 – Guerras atuais, in-group e out-group.
58:22 – Tecnologia, IA e desumanização.
01:10:15 – Como evitar a violência?
01:16:42 – Disco de Ouro: dicas culturais.
Referências e links
Livro: “Homo Ferox: As origens da violência humana e o que fazer para derrotá-la” (Reinaldo José Lopes)
Apoie o novo livro do Reinaldo com a Mila Massuda “A Teia da Vida”
💽 Disco de Ouro
Reinaldo: Livro: “A mão esquerda da escuridão” e “Os despossuídos” (Ursula K. Le Guin)
Marx: Série: live-action “One Piece“
Jefferson: Podcast: Lateral with Tom Scott | Série “Jury Duty“
Caramelo: Aplicativo Árvore
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🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #132 Biologia de gente: Bioantropologia
Alô, Ciência? | #053 Evolução Humana
Pesquisa e Roteiro: Marco Marx (@_marcomarx)
Edição: Antônio Said (@Pinzeiros)
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Alô, alô! Escrever para a ciência dói! No Brasil, centenas de estudantes e docentes apresentam algum mal-estar psicológico, como ansiedade, bloqueio ou até dor (física mesmo) durante o momento da escrita de seus textos acadêmicos.
Mas por que isso acontece? Por que escrever, algo que é tão central nas ciências, pode se tornar um processo tão difïcil para muitos? O que está envolvido nesse mal-estar da escrita científica? E será que tem como resolver esse problema? E mais: será que uso IA generativa seria uma saída?
Talvez devamos nos inspirar em grandes escritores, romancistas e filósofos como Foucault, Skinner, Freud, Lévi-strauss e vários outros que em algum momento de suas obras dizem algo como: “Eu não escrevo pra falar o que eu sei, eu escrevo pra descobrir o que eu tenho a dizer“.
Nesse episódio, Camila Beraldo convida Robson Cruz, psicólogo e doutor em psicologia social e professor do Departamento de Psicologia da PUC Minas. Robson pesquisa as dificuldades e dilemas da vida acadêmica, em especial, a escrita. Ele nos mostra como a escrita é muito mais que um produto, mas um processo. Dê o play e descubra!
Assuntos abordados:
00:00 – A importância da escrita para a ciência.
05:00 – Escrita como um processo ou produto?
10:18 – Pré-escrita é importante!
14:20 – Por que “escrever é sofrer”?
20:30 – Traumas e dificuldades na escrita.
27:00 – A nossa escrita pode piorar (e melhorar muito)!
35:24 – Escrita é um bem distribuído desigualmente: o transfuga de classe.
39:10 – Dicas de como melhorar a escrita! Truques e técnicas.
48:16 – Escrever no papel melhora a escrita?
51:58 – Os perigos das ferramentas de IA na escrita.
Referências e links
Livro: “Mal Estar na Escrita Científica” (Robson Cruz)
Curso: Bloqueio na escrita científica (Robson Cruz)
💽 Disco de Ouro
Livro: O Artífice (Richard Sennett)
Livro: Bloqueio da Escrita (Robson Cruz)
Livro: Zen e Arte da Escrita Acadêmica (Robson Cruz)
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🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | #093 Leitura e escrita na Prisão
Alô, Ciência? | #022 Big data e as bolhas da informação
Pesquisa e Roteiro: Camila Beraldo (@ca.raldo)
Edição: Antônio Said
Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Alô, alô! Como as mudanças climáticas vão alterar (e estão alterando) a Evolução das espécies? A Evolução é um processo em curso, mas demorado. Será que a taxa de mudanças de uma geração para a outra é tão rápida quanto as mudanças do clima que estamos causando?
Algumas espécies de animais e plantas já estão respondendo a essas alterações. Nesse episódio mostraremos como libélulas, leões, crustáceos, plantas, bactérias e fungos estão reagindo ao aumento de temperatura média da atmosfera. Algum estão aguentando, porém até quando? Outros, estão se beneficiando. Porém, estes podem afetar a saúde da humanidade. Por isso, também vamos abordar as consequências sociais da crise climática.
Nesse último episódio da temporada “Nós na Evolução”, o time se juntou! Amanda Guedes, Camila Beraldo, Mariana Inglez e Lucas Andrade se unem em um estilo entre o narrativo e o conversado. Ao longo da série estudamos muitos assuntos que, quando juntos em uma mesa de conversa, viram complexos e trazer respostas mais consistentes. Ouça agora esse episódio para entender como será nosso futuro e como podemos reagir às mudanças climáticas globais.
Assuntos abordados:
00:00 – Série Fallout seria possível?
04:01 – Conversa: vai dar tempo de evoluir?
06:29 – Pensando no futuro da Evolução
10:40 – Libélulas e leões
15:33 – Planctons pressionados pelo calor
21:50 – Microorganismos nesse cenário
25:26 – Escaladores da extinção: migração de plantas
31:41 – Consequências sociais
34:09 – Ansiedade Climática e parte da solução
36:09 – É tempo de Retomada!
40:45 – Medidas práticas
45:25 – Mensagem final da temporada
Referências e links
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🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 1. A Era dos Humanos
Alô, Ciência? | #036 Deriva: Evolução além da seleção natural
Alô, Ciência? | #118 O clima vai mudar para os Artrópodes
Pesquisa e Roteiro: Amanda Guedes (@mandi.guedes), Camila Beraldo (@ca.raldo) Lucas Andrade (@lukeraandrade), Mariana Inglez (@mariana_inglez)
Edição e Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Revisão: Lucas “Taio” Nascimento
Apoio: Sociedade Europeia de Biologia Evolutiva (ESEB)
Alô, alô! Como a agricultura evoluiu nas Américas? Produção de alimentos em massa, mecanização do campo e possibilidade de vida na cidade: quando falamos sobre a criação da agricultura, são esses os termos citados. Já reparou? Essa visão faz sentido para certas comunidades humanas, como aquelas que surgiram próximas ao Oriente Médio, mas nas Américas, a história é diferente. Muito diferente!
Nesse episódio, Mari Inglez nos convida a pensar na Evolução como um fenômeno que tem vários caminhos. A evolução das plantas alimentares nas Américas é um processo que a Arqueobotânica investiga e que têm trazido novidades recentes e quentíssimas sobre a tecnologia envolvida nas roças da Amazônia. Esse sistema é tão sofisticado que usa muito mais que maquinários, mas também envolve cultura de troca de mudas e sementes, rotatividade em roças, testes de cruzamento entre plantas, orgulho, estética… Até insetos e aves têm uma função nesse sistema. E o produto disso tudo é uma maior biodiversidade, uma cultura rica e maior soberania alimentar.
Ouça este episódio da série Nós na Evolução, onde estamos investigando como nós, seres humanos, interferimos na Evolução, mesmo sem querer.
Entrevistadas:
Laura Pereira Furquim (@laura.furquim)
Manuela Carneiro da Cunha
Agradecimento especial à família Serrin, e principalmente aos irmãos Takaiama Serrin e Paulo Serrin que me receberam em Ilha de Terra e me ensinaram sobre suas roças, contribuindo com minha pesquisa de doutorado e com áudios utilizados nesse episódio!
Assuntos abordados:
00:00 – Mani: a origem da mandioca indígena
03:29 – Arqueobotânica e Revolução Neolítica
06:09 – Revolução Verde: Mecanização no campo
11:00 – Terra Preta de Índio: Uma grande evidência
21:26 – Povos indígenas que modificam paisagens
24:27 – Uma roça na Amazônia
29:25 – Orgulho da roça diversa: um fator evolutivo?
33:47 – Cruzamento, flores, pássaros e insetos têm papel na roça
36:00 – Aldeamento da ciência
40:05 – Síndrome da Domesticação nas plantas
41:49 – Evolução da agricultura nas Américas
Referências e links:
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🎧 Ouça também:
Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 2. Uma história canina
Alô, Ciência? | #026 O que é uma Agrofloresta?
Pesquisa e Roteiro: Mariana Inglez (@mariana_inglez)
Edição e Arte da Vitrine: Lucas Andrade (@lukeraandrade)
Apoio: Sociedade Europeia de Biologia Evolutiva (ESEB)
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