O segundo, do amor quando o entendemos
Nos apedreja, mas deixa o corpo consciente
Dos modos e desejos que o fim nos transformou...
Que deste amor, segundo, nos abandonaria
Diferente do primeiro que do nada desaguou,
Nódoas me fez o segundo
Quando meu coração parou...
Por certo, ouvi de alguém
- não era de ser!
Vai acontecer outra vez.
Menor, era dos desejos
Fechei os olhos e suspirei..
Virá como uma réstia de luz
Ou sobre o clarão do sol.
Benditos sejam os amores
De todos os dias de encontros
De braços acolhedores
Rodeados de calores
Sem dúvidas a esclarecer.
Do primeiro, enquanto o mais doce
Infante que belo sorriso trouxe
A lembrança de você...
Em cartas que não apostei
No lenço que te guardei
Lágrimas, calores e mágoas
Quanto suportei...
Costurados, os meus retalhos
Procuro entre olhares o três!
Sem lembrar do primeiro
Ou esquecer do passado segundo,
Mas viver em amor, pela última vez!
AMOR TECEIRO
erhi Araujo