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Ativar o poder dos arquétipos no branding pessoal abre portas para uma forma mais consciente e positiva de interagir e se comunicar.
Em primeiro lugar, Carl Jung nos apresentou o termo arquétipo para se referir aos padrões recorrentes encontrados em nossas histórias e motivações. Então, ele identificou temas, símbolos e imagens como parte da psique humana. Mais tarde, Carol Pearson ampliou este trabalho com uma pesquisa examinando os atributos arquetípicos dentro de várias organizações.
Grandes pensadores concordam que os arquétipos comunicam nossa personalidade, paixões, valores e propósito.
Assim, eu desenvolvi a ferramenta Perfil Arquetípico da Marca, com base nos estudos de Carol Person, Simon Sinek e Jennifer Aaker, para levar até você uma análise e compreensão mais profunda na estratégia de marca. Leia o artigo completo no meu blog.
Siga também minhas redes sociais:
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By Cristiane ThielAtivar o poder dos arquétipos no branding pessoal abre portas para uma forma mais consciente e positiva de interagir e se comunicar.
Em primeiro lugar, Carl Jung nos apresentou o termo arquétipo para se referir aos padrões recorrentes encontrados em nossas histórias e motivações. Então, ele identificou temas, símbolos e imagens como parte da psique humana. Mais tarde, Carol Pearson ampliou este trabalho com uma pesquisa examinando os atributos arquetípicos dentro de várias organizações.
Grandes pensadores concordam que os arquétipos comunicam nossa personalidade, paixões, valores e propósito.
Assim, eu desenvolvi a ferramenta Perfil Arquetípico da Marca, com base nos estudos de Carol Person, Simon Sinek e Jennifer Aaker, para levar até você uma análise e compreensão mais profunda na estratégia de marca. Leia o artigo completo no meu blog.
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