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O entrevistado deste episódio se definiu como anticandidato nas prévias do PSDB, isso porque Arthur Virgílio queria mesmo era ter voz para colocar em debate temas essenciais, como a importância da democracia e a necessidade de acabar com o garimpo.
Arthur Virgílio veio de uma família de políticos e deixou a carreira diplomática para se dedicar à política, tendo iniciado um pouco antes da Ditadura Militar. Ele começou na esquerda e hoje se coloca no centro democrático e divide aqui histórias do tempo de Parlamento. Apesar das dificuldades do período de exceção, Arthur Virgílio entende que o nível do debate era mais alto do que hoje em dia em que, para ele, o Brasil está "pobre" de estadistas. Em umas das histórias, ele destaca um diálogo com Ulysses Guimarães. "Isso aqui é uma merda", opina Virgílio que tem como resposta: "Vai sempre ficar um pouco pior e nunca vai deixar de ser importante como um possível elemento de defesa da democracia".
Formado em direito, ex-diplomata que fala inglês, francês e espanhol, Arthur Virgílio também se dedicou às artes marciais, em especial ao jiu-jitsu e hoje em dia ao muay thai. Ele conta com saudades dos tempos em que era tratado como membro da famosa família Gracie e teve desse período vários aprendizados, entre eles, a resiliência. O que aprendeu tarde demais foi que o esporte também pede ponderação, para evitar contusões que fazem ele pagar um preço alto pela dedicação excessiva. Entre os sonhos dele está escrever um livro de memória e outro de romance. Uma obra já está pronta, sobre o papel do Congresso Nacional na formulação da política externa.
By Juliana MartinsO entrevistado deste episódio se definiu como anticandidato nas prévias do PSDB, isso porque Arthur Virgílio queria mesmo era ter voz para colocar em debate temas essenciais, como a importância da democracia e a necessidade de acabar com o garimpo.
Arthur Virgílio veio de uma família de políticos e deixou a carreira diplomática para se dedicar à política, tendo iniciado um pouco antes da Ditadura Militar. Ele começou na esquerda e hoje se coloca no centro democrático e divide aqui histórias do tempo de Parlamento. Apesar das dificuldades do período de exceção, Arthur Virgílio entende que o nível do debate era mais alto do que hoje em dia em que, para ele, o Brasil está "pobre" de estadistas. Em umas das histórias, ele destaca um diálogo com Ulysses Guimarães. "Isso aqui é uma merda", opina Virgílio que tem como resposta: "Vai sempre ficar um pouco pior e nunca vai deixar de ser importante como um possível elemento de defesa da democracia".
Formado em direito, ex-diplomata que fala inglês, francês e espanhol, Arthur Virgílio também se dedicou às artes marciais, em especial ao jiu-jitsu e hoje em dia ao muay thai. Ele conta com saudades dos tempos em que era tratado como membro da famosa família Gracie e teve desse período vários aprendizados, entre eles, a resiliência. O que aprendeu tarde demais foi que o esporte também pede ponderação, para evitar contusões que fazem ele pagar um preço alto pela dedicação excessiva. Entre os sonhos dele está escrever um livro de memória e outro de romance. Uma obra já está pronta, sobre o papel do Congresso Nacional na formulação da política externa.