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Os últimos dias têm sido um festival de mais do mesmo. Enquanto os mercados no exterior se mostram fortes, com o Dow Jones e STOXX-600 batendo recordes sucessivos de pontuação histórica, por aqui, os mercados não reagem. É o Brasil começando 2022 muito pesado. Mas, na nossa visão, boa parte dos ajustes na precificação dos ativos já ficou em 2021, como antecipação do que os investidores esperam de complicação neste ano.
No exterior (e aqui também), o dia foi de espera pela ata do FOMC do FED da última reunião de 2021, com posição mais dura, mas os investidores querem descobrir nas entrelinhas quando pode começar a elevação dos juros e o que o FED pretende em termos de redução da sua carteira de ativos de quase US$ 8,9 trilhões.
By Banco ModalOs últimos dias têm sido um festival de mais do mesmo. Enquanto os mercados no exterior se mostram fortes, com o Dow Jones e STOXX-600 batendo recordes sucessivos de pontuação histórica, por aqui, os mercados não reagem. É o Brasil começando 2022 muito pesado. Mas, na nossa visão, boa parte dos ajustes na precificação dos ativos já ficou em 2021, como antecipação do que os investidores esperam de complicação neste ano.
No exterior (e aqui também), o dia foi de espera pela ata do FOMC do FED da última reunião de 2021, com posição mais dura, mas os investidores querem descobrir nas entrelinhas quando pode começar a elevação dos juros e o que o FED pretende em termos de redução da sua carteira de ativos de quase US$ 8,9 trilhões.