A convidada deste primeiro episódio é a Juliana Diniz, que compartilhou um pouco a sua visão sobre os processos de autotransformação individual e coletiva que estamos vivendo. O processo de autotransformação costuma vir a partir da dor e como humanidade temos experimentado dores profundas para percebermos a necessidade de transformação de algumas estruturas já rígidas e que claramente não mais funcionam, sustentadas por uma visão de mundo do paradigma mecanicista. Para não ficarmos apenas no isolamento e autocentramento dos processos de cura, precisamos evoluir para nos engajar e nos comprometer com a manutenção da vida. O paradigma da regeneração é uma visão de mundo possível e muito inspiradora para curar a separação ilusória entre nós e a Terra, nós com os outros, e nós com nós mesmos, nos trazendo a perspectiva de que nosso potencial pode servir à transformação sistêmica. Enquanto nos percebermos como seres separados da natureza, não conseguiremos atuar a partir de um lugar interno de interdependência. Juliana é cientista social, facilitadora e atua como educadora e consultora no IDR, e também como acompanhante terapêutica de base antroposófica. Para conhecer mais sobre o seu trabalho acesse o site www.desenvolvimentoregenerativo.com.br