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Aquele em que os odiados refletem sobre o velho bordão, que talvez nunca tenha estado tão atual, "bandido bom é bandido morto". A partir do questionamento do Cássio sobre o nível de responsabilidade da impunidade nos números da criminalidade no Brasil, Osvaldo começou por lembrar, com Durkheim, que o crime é um fato social normal e, portanto, geral, apesar dos números desconfortáveis que temos no país. A partir daí temas como a morosidade jurídica, a ineficiência das investigações policiais e a falta de acesso aos bens de consumo entraram no debate. Com as obras "O cortiço" e "Memórias de um sargento de milícias", o Malavolta tentou desvendar a mentalidade escravocrata da elite nacional. Aliás, alguém lembrou que as milícias chegaram ao poder. Cássio lembrou, com Zizek e Milton Santos, de uma violência que é exercida sobre as periferias diariamente, objetiva ou estrutural, e que por vezes é desconsiderada nas análises sobre a criminalidade. Com Loic Wacquant, lembramos a tendência do Estado de tratar questões de miséria como questão de polícia. Mas o Osvaldo, o utópico mais ranzinza do planeta, lembrou da força da cultura negra na resistência, desde Jorge Ben Jor afirmando que "Negro é lindo" até Emicida, retomando Belchior e dando voz à Majur e à Pabllo Vittar, dizendo que "Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro". Quer ouvir tudo isso em detalhes e o que mais rolou na conversa? Aperta o play e se enforque na corda da liberdade!
CofeComMilque é Bruno Malavolta, Cássio Rodrigues e Osvaldo Machado;
Fale conosco: [email protected];
Siga-nos no Instagram: @cofecommilque
Este programa é produzido e editado pela Élis Estúdios.
By CofeComMilqueAquele em que os odiados refletem sobre o velho bordão, que talvez nunca tenha estado tão atual, "bandido bom é bandido morto". A partir do questionamento do Cássio sobre o nível de responsabilidade da impunidade nos números da criminalidade no Brasil, Osvaldo começou por lembrar, com Durkheim, que o crime é um fato social normal e, portanto, geral, apesar dos números desconfortáveis que temos no país. A partir daí temas como a morosidade jurídica, a ineficiência das investigações policiais e a falta de acesso aos bens de consumo entraram no debate. Com as obras "O cortiço" e "Memórias de um sargento de milícias", o Malavolta tentou desvendar a mentalidade escravocrata da elite nacional. Aliás, alguém lembrou que as milícias chegaram ao poder. Cássio lembrou, com Zizek e Milton Santos, de uma violência que é exercida sobre as periferias diariamente, objetiva ou estrutural, e que por vezes é desconsiderada nas análises sobre a criminalidade. Com Loic Wacquant, lembramos a tendência do Estado de tratar questões de miséria como questão de polícia. Mas o Osvaldo, o utópico mais ranzinza do planeta, lembrou da força da cultura negra na resistência, desde Jorge Ben Jor afirmando que "Negro é lindo" até Emicida, retomando Belchior e dando voz à Majur e à Pabllo Vittar, dizendo que "Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro". Quer ouvir tudo isso em detalhes e o que mais rolou na conversa? Aperta o play e se enforque na corda da liberdade!
CofeComMilque é Bruno Malavolta, Cássio Rodrigues e Osvaldo Machado;
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