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O trabalhador, qualquer que seja ele, deve ser e ter o seu espaço de trabalho. Um erro ou desvio podem ser contestados, mas existem inúmeras formas de reclamar e protestar. Não é com ameaças e nem invadindo o seu ambiente de trabalho. O mesmo se aplica aos jogadores de futebol, que profissionais, trabalhadores do esporte e pagos para fazerem o melhor em seus espaços de trabalho.
O jogador de futebol depende do seu físico para o desempenho desejado. Eles são atletas de alto rendimento, que por vezes superam os limites do corpo. E quando isso acontece, o corpo reclama, o que afeta o desempenho em campo. Não é por outra razão que existem os reservas, que servem para substituir um físico esgotado, assim como às opções táticas do treinador.
No esporte, ora se ganha, ora se perde. Esta gangorra por vezes pende mais para um lado do que para o outro, o que é normal. As motivações para isso são diversas. Ninguém desconhece que o esporte é movido pela paixão. Os torcedores fazer de tudo pelo clube que escolher torcer e amar. Mas esta paixão, com todo o seu fervor, tem limites. E estes estão circunscritos às arquibancadas dos estádios de futebol. Lá é o espaço do torcedor, é onde pode pular, gritar, xingar e reclamar.
Torcedor algum, não importa o calor de sua paixão, tem o direito de invadir um campo de futebol e atrapalhar o andamento do espetáculo. É espetáculo sim. Partidas de futebol, ainda que valendo pontos para campeonatos, são sim espetáculos.
Ontem, torcedores do Corinthians foram a Parque São Jorge tirar satisfações com alguns jogadores do clube. Não bastasse, ainda fizeram ameaças de morte pelas redes sociais. A mesma situação aconteceu no Ninho do Urubu, no Rio de Janeiro, no centro de treinamento do Flamengo. Jogadores foram ameaçados e alguns pularam sobre o carro de alguns jogadores que chegam para iniciar o seu expediente de trabalho. Nos dois casos, a polícia foi acionada.
Santos, do São Paulo, Palmeiras, Grêmio, Atlético Mineiro, Cruzeiro, dentre outros, já foram vítimas de seus torcedores, ou melhor, de seus torcedores bandidos. Brigas entre torcedores, infelizmente, são comuns. Já houve até mortes. Feridos nem se fala...
Mas estes indivíduos irem ao local de trabalho dos jogadores de futebol para tirarem satisfações e cobrarem desempenho é brincadeira. Brincadeira não, é crime! São intimidadores e ameaçadores. São bandidos travestidos de torcedores. E sabem por que agem assim? Por causa da impunidade. É sim, impunidade.
As autoridades têm que prender estes bandidos, que vivem de torcer como membros ou dirigentes de torcidas organizadas. Organizadas em que? É preciso dar um fim a este descalabro, tal com fez as autoridades inglesas com os hooligans.. Não se pode permitir que estes bandidos e alguns dirigentes mancomunados invadam o espaço de trabalho dos jogadores para terem suas vidas ameaçadas.
É preciso colocar esta bandidagem na cadeia. Lugar de jogador de futebol é no campo e o de torcedor nas arquibancadas o espaço mais democrático do futebol.
O trabalhador, qualquer que seja ele, deve ser e ter o seu espaço de trabalho. Um erro ou desvio podem ser contestados, mas existem inúmeras formas de reclamar e protestar. Não é com ameaças e nem invadindo o seu ambiente de trabalho. O mesmo se aplica aos jogadores de futebol, que profissionais, trabalhadores do esporte e pagos para fazerem o melhor em seus espaços de trabalho.
O jogador de futebol depende do seu físico para o desempenho desejado. Eles são atletas de alto rendimento, que por vezes superam os limites do corpo. E quando isso acontece, o corpo reclama, o que afeta o desempenho em campo. Não é por outra razão que existem os reservas, que servem para substituir um físico esgotado, assim como às opções táticas do treinador.
No esporte, ora se ganha, ora se perde. Esta gangorra por vezes pende mais para um lado do que para o outro, o que é normal. As motivações para isso são diversas. Ninguém desconhece que o esporte é movido pela paixão. Os torcedores fazer de tudo pelo clube que escolher torcer e amar. Mas esta paixão, com todo o seu fervor, tem limites. E estes estão circunscritos às arquibancadas dos estádios de futebol. Lá é o espaço do torcedor, é onde pode pular, gritar, xingar e reclamar.
Torcedor algum, não importa o calor de sua paixão, tem o direito de invadir um campo de futebol e atrapalhar o andamento do espetáculo. É espetáculo sim. Partidas de futebol, ainda que valendo pontos para campeonatos, são sim espetáculos.
Ontem, torcedores do Corinthians foram a Parque São Jorge tirar satisfações com alguns jogadores do clube. Não bastasse, ainda fizeram ameaças de morte pelas redes sociais. A mesma situação aconteceu no Ninho do Urubu, no Rio de Janeiro, no centro de treinamento do Flamengo. Jogadores foram ameaçados e alguns pularam sobre o carro de alguns jogadores que chegam para iniciar o seu expediente de trabalho. Nos dois casos, a polícia foi acionada.
Santos, do São Paulo, Palmeiras, Grêmio, Atlético Mineiro, Cruzeiro, dentre outros, já foram vítimas de seus torcedores, ou melhor, de seus torcedores bandidos. Brigas entre torcedores, infelizmente, são comuns. Já houve até mortes. Feridos nem se fala...
Mas estes indivíduos irem ao local de trabalho dos jogadores de futebol para tirarem satisfações e cobrarem desempenho é brincadeira. Brincadeira não, é crime! São intimidadores e ameaçadores. São bandidos travestidos de torcedores. E sabem por que agem assim? Por causa da impunidade. É sim, impunidade.
As autoridades têm que prender estes bandidos, que vivem de torcer como membros ou dirigentes de torcidas organizadas. Organizadas em que? É preciso dar um fim a este descalabro, tal com fez as autoridades inglesas com os hooligans.. Não se pode permitir que estes bandidos e alguns dirigentes mancomunados invadam o espaço de trabalho dos jogadores para terem suas vidas ameaçadas.
É preciso colocar esta bandidagem na cadeia. Lugar de jogador de futebol é no campo e o de torcedor nas arquibancadas o espaço mais democrático do futebol.