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O estrategista de investimentos do BB Private, Allan Fukumoto, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento:
"No cenário global, o Federal Reserve manteve os juros inalterados, em decisão marcada por divisão interna, refletindo os impactos da guerra no Oriente Médio sobre inflação e política monetária. A alta do PCE, pressionada pela energia, reforça a expectativa de juros elevados por mais tempo, mesmo com atividade e emprego resilientes nos EUA. A temporada de resultados segue sustentando as bolsas, especialmente tecnologia, enquanto o petróleo permanece volátil diante dos riscos geopolíticos. No Brasil, o Copom cortou a Selic para 14,50%, mas adotou postura mais cautelosa diante da piora das projeções de inflação. O IPCA‑15 de abril acelerou para 0,89%, com pressões em combustíveis e alimentos. Ainda assim, ativos domésticos tiveram desempenho positivo, apoiados por forte fluxo estrangeiro e valorização do real, com o dólar abaixo de R$ 5,00."
Confira agora o BB Private Highlights.
Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
By Banco do BrasilO estrategista de investimentos do BB Private, Allan Fukumoto, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento:
"No cenário global, o Federal Reserve manteve os juros inalterados, em decisão marcada por divisão interna, refletindo os impactos da guerra no Oriente Médio sobre inflação e política monetária. A alta do PCE, pressionada pela energia, reforça a expectativa de juros elevados por mais tempo, mesmo com atividade e emprego resilientes nos EUA. A temporada de resultados segue sustentando as bolsas, especialmente tecnologia, enquanto o petróleo permanece volátil diante dos riscos geopolíticos. No Brasil, o Copom cortou a Selic para 14,50%, mas adotou postura mais cautelosa diante da piora das projeções de inflação. O IPCA‑15 de abril acelerou para 0,89%, com pressões em combustíveis e alimentos. Ainda assim, ativos domésticos tiveram desempenho positivo, apoiados por forte fluxo estrangeiro e valorização do real, com o dólar abaixo de R$ 5,00."
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