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Quando experimentamos o nosso primeiro beijo romântico, provavelmente quando adolescente, é improvável que o melhor modo de beijar estivesse na nossa cabeça.
Em vez disso, provavelmente, estávamos focando nas novas sensações e nos sentimentos românticos que surgiram.
Mas e se soubéssemos mais sobre o que acontece, quando beijamos uma pessoa? Será que isso mudaria a nossa experiência?
Sheril Kirshenbaum, autora de "A Ciência do Beijo", diz que os humanos podem se tornar beijadores mais competentes, se aprenderem sobre os fundamentos históricos destes encontros de lábios.
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By Igor PereiraQuando experimentamos o nosso primeiro beijo romântico, provavelmente quando adolescente, é improvável que o melhor modo de beijar estivesse na nossa cabeça.
Em vez disso, provavelmente, estávamos focando nas novas sensações e nos sentimentos românticos que surgiram.
Mas e se soubéssemos mais sobre o que acontece, quando beijamos uma pessoa? Será que isso mudaria a nossa experiência?
Sheril Kirshenbaum, autora de "A Ciência do Beijo", diz que os humanos podem se tornar beijadores mais competentes, se aprenderem sobre os fundamentos históricos destes encontros de lábios.
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