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Todos nós nascemos culpados por causa da natureza adâmica (Rm 3:23), mas graças a Jesus, “ser cristão é ter o passado perdoado, o presente abençoado e o futuro garantido!”. O próprio Senhor nos fez seu povo e nos aconselha a escolhermos o caminho da benção (Dt 11:26-32).
Quando atendemos ao chamado do arrependimento, e vivemos por fé e em novidade de vida, certamente seremos abençoados (Hb 2:3). Cristo levou sobre si todas as nossas dores, mas aprendeu a obediência por aquilo que se predispôs a sofrer (Hb 5:8).
Se Deus não tivesse dado ao homem o livre arbítrio para escolher a benção ou maldição, não poderíamos ser punidos pela desobediência, e nem tampouco abençoados pela obediência (Gl 1:6-8). Ao tornar-se maldição em nosso lugar, Cristo nos justificou (Gl 3:13), livrando-nos da maldição. Entretanto, “nada se firma sem ordem”. Essa graça elevou o padrão (Mt 5:28), estabelecendo ordem à vida do homem, e é Ele que nos capacita a vivermos uma vida santa através do Seu sacrifício.
Em Hebreus 6:4-8, vemos mais uma vez que a proposta de Deus é que escolhamos a benção da obediência e a sujeição diária a Ele.
Mas, e quando a Benção se torna ineficaz? Assim como a maldição não pode tocar um servo de Deus que anda em retidão, da mesma forma, a benção de Deus precisa de um território limpo e preparado para que possa brotar (Lc 10:5,6).
Isso nos faz compreender que, independentemente de quem somos, de qual seja a nossa linhagem familiar, ou quantas palavras tenham sido profetizadas sobre nós, importa que constantemente reavaliemos se estamos caminhando em obediência e santificação contínua diante do nosso Deus (Ag 1:5,6).
By Trigo PodcastTodos nós nascemos culpados por causa da natureza adâmica (Rm 3:23), mas graças a Jesus, “ser cristão é ter o passado perdoado, o presente abençoado e o futuro garantido!”. O próprio Senhor nos fez seu povo e nos aconselha a escolhermos o caminho da benção (Dt 11:26-32).
Quando atendemos ao chamado do arrependimento, e vivemos por fé e em novidade de vida, certamente seremos abençoados (Hb 2:3). Cristo levou sobre si todas as nossas dores, mas aprendeu a obediência por aquilo que se predispôs a sofrer (Hb 5:8).
Se Deus não tivesse dado ao homem o livre arbítrio para escolher a benção ou maldição, não poderíamos ser punidos pela desobediência, e nem tampouco abençoados pela obediência (Gl 1:6-8). Ao tornar-se maldição em nosso lugar, Cristo nos justificou (Gl 3:13), livrando-nos da maldição. Entretanto, “nada se firma sem ordem”. Essa graça elevou o padrão (Mt 5:28), estabelecendo ordem à vida do homem, e é Ele que nos capacita a vivermos uma vida santa através do Seu sacrifício.
Em Hebreus 6:4-8, vemos mais uma vez que a proposta de Deus é que escolhamos a benção da obediência e a sujeição diária a Ele.
Mas, e quando a Benção se torna ineficaz? Assim como a maldição não pode tocar um servo de Deus que anda em retidão, da mesma forma, a benção de Deus precisa de um território limpo e preparado para que possa brotar (Lc 10:5,6).
Isso nos faz compreender que, independentemente de quem somos, de qual seja a nossa linhagem familiar, ou quantas palavras tenham sido profetizadas sobre nós, importa que constantemente reavaliemos se estamos caminhando em obediência e santificação contínua diante do nosso Deus (Ag 1:5,6).