Nesta semana, é Páscoa, semana de renovação, ou seja, momento de falar de eleição. E a gente até rimou, porque ainda é abril, mas a cena política brasileira está on fire.
E tudo começa com o companheiro Geraldo. Porque Lula ainda não foi lançado oficialmente como candidato a presidente pelo PT, mas Geraldo Alckmin, agora no PSB, já está posto como candidato a vice-presidente. E assim, como se os últimos 30 anos não tivessem existido, nasce o companheiro Geraldo.
Há quem goste, há quem não goste, há quem entenda essa espécie de Frente Ampla como fundamental, há quem diga que não faz diferença, há quem pense que é um ultraje. A gente dá o nosso pitaco.
De todo modo, a campanha já começou. Bolsonaro está empregando a máquina pública, tem o centrão ao lado, uma bancada forte, mas isso não se reflete nas pesquisas. Já Lula deu uma declaração sobre o aborto que deu o que falar.
E por falar em eleições, a campanha na França está a todo vapor com um segundo turno entre Emmanuel Macron, o atual presidente, e Marine Le Pen, a líder da extrema-direita.
Mas como nem só de eleição se vive, o Brasil continua testando nossa sanidade. Ainda há escândalos no MEC, compras estranhas nas Forças Armadas e um técnico de futebol agredindo fisicamente uma bandeirinha durante uma partida. Televisionada, inclusive. E Paulo Guedes falando que o governo federal vai enfrentar a crise da mesma forma que enfrentou a pandemia. Socorro.
A apresentação é de Geórgia Santos. Participam Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol.