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O sétimo programa teve como tema a obra da compositora, cantora e acordeonista Berenice Azambuja. Nele elencamos alguns fatos marcantes da sua trajetória e de suas expressões musicais, fazendo um tour pelos discos gravados da Bere. Além de comentarmos as gravações, ouvimos trechos de uma entrevista no programa Jô Soares nos anos 90, e trechos do texto Berenice Azambuja: transgressão e hibridismo presente no livro Gauchismo Líquido: reflexões contemporâneas sobre a cultura do RS. Assuntos como o movediço eu-lírico feminino x masculino em suas letras, a contestada heteronormatividade na cultura tradicionalista, a velada homosexualidade feminina, e a reprodução dos discursos da masculinidade foram alguns dos temas abordados nesse programa, além de pensarmos sobre o regionalismo como um movimento que Berenice fez parte e que causou a popularização da música gaúcha através do hibridismo de gêneros musicais. Algumas músicas apresentadas foram Prenda Missioneira, Teiniaguá, Romance de Terra e Pampa, Dançando no Saravá, Quem tá mandando é a mulherada e O mundo é das mulheres. Puxem um banco e vão sentando, que hoje o tema em questão é Berenice Azambuja, paisanos! E sua personalidade de hibridismo e transgressão!
compartilhe e marque/siga @gauchismoliquido @clarisssaferreira
compre agora o livro Gauchismo Líquido no site www.clarissaferreira.com
ouça www.radioqueroquero.net
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By CLARISSA FERREIRAO sétimo programa teve como tema a obra da compositora, cantora e acordeonista Berenice Azambuja. Nele elencamos alguns fatos marcantes da sua trajetória e de suas expressões musicais, fazendo um tour pelos discos gravados da Bere. Além de comentarmos as gravações, ouvimos trechos de uma entrevista no programa Jô Soares nos anos 90, e trechos do texto Berenice Azambuja: transgressão e hibridismo presente no livro Gauchismo Líquido: reflexões contemporâneas sobre a cultura do RS. Assuntos como o movediço eu-lírico feminino x masculino em suas letras, a contestada heteronormatividade na cultura tradicionalista, a velada homosexualidade feminina, e a reprodução dos discursos da masculinidade foram alguns dos temas abordados nesse programa, além de pensarmos sobre o regionalismo como um movimento que Berenice fez parte e que causou a popularização da música gaúcha através do hibridismo de gêneros musicais. Algumas músicas apresentadas foram Prenda Missioneira, Teiniaguá, Romance de Terra e Pampa, Dançando no Saravá, Quem tá mandando é a mulherada e O mundo é das mulheres. Puxem um banco e vão sentando, que hoje o tema em questão é Berenice Azambuja, paisanos! E sua personalidade de hibridismo e transgressão!
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