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No Autores e Livros Dose Extra dessa semana, uma conversa com Bert Jr., escritor gaúcho e embaixador do Brasil em Cabo Verde, sobre seu primeiro romance, “Antes do fim do riso”, lançado pela editora Oito e Meio. Bert descreve sua obra como uma “Distopia humorística”, por se tratar de uma obra de “humor que fala sobre o humor”. No livro, o autor traz reflexão acerca da instauração de narrativas governamentais-das quais muitas vezes envolvem coerção, censura e violência - e da importância psíquica e social do humor e do riso.
Na capital de um país fictício, após uma pandemia que matou 5 milhões de pessoas, o humor e o riso passaram a ser considerados formar letais de contágio do vírus. Durante a narrativa, o leitor tem a oportunidade de se encantar com a trajetória do professor Risolindo Spaglioleo. O protagonista da trama é tratado com um rebelde pelo governo, por agir contra esse sistema repressor, levando alegria e humor a pacientes em estágios terminais e graves.
Em referência a medidas ditatoriais, na obra são adotadas ações formais e informais de disciplina e censura a qualquer expressão de alegria, como a brigada anti-humor, tendo como líder o capitão Genus Miliblaster.
Na entrevista, Bert Jr. conta como foi o processo de criação do livro, suas principais referências e inspirações, e sobre o retorno dos temas distópicos nas obras contemporâneas.
By Rádio SenadoNo Autores e Livros Dose Extra dessa semana, uma conversa com Bert Jr., escritor gaúcho e embaixador do Brasil em Cabo Verde, sobre seu primeiro romance, “Antes do fim do riso”, lançado pela editora Oito e Meio. Bert descreve sua obra como uma “Distopia humorística”, por se tratar de uma obra de “humor que fala sobre o humor”. No livro, o autor traz reflexão acerca da instauração de narrativas governamentais-das quais muitas vezes envolvem coerção, censura e violência - e da importância psíquica e social do humor e do riso.
Na capital de um país fictício, após uma pandemia que matou 5 milhões de pessoas, o humor e o riso passaram a ser considerados formar letais de contágio do vírus. Durante a narrativa, o leitor tem a oportunidade de se encantar com a trajetória do professor Risolindo Spaglioleo. O protagonista da trama é tratado com um rebelde pelo governo, por agir contra esse sistema repressor, levando alegria e humor a pacientes em estágios terminais e graves.
Em referência a medidas ditatoriais, na obra são adotadas ações formais e informais de disciplina e censura a qualquer expressão de alegria, como a brigada anti-humor, tendo como líder o capitão Genus Miliblaster.
Na entrevista, Bert Jr. conta como foi o processo de criação do livro, suas principais referências e inspirações, e sobre o retorno dos temas distópicos nas obras contemporâneas.

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