Between Futures

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By Flavio Pripas, Rodrigo CondeScienceTechnology
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Between Futures episodes

  • #033 - Europa em combustão, Internet vulnerável e AI consciente? Tudo junto e misturado!

    A Europa virou um barril de pólvora? A internet entrou numa nova era de insegurança? E, se tratarmos a AI como uma forma de vida sintética, quais direitos — e quais riscos — surgem daí?

    No episódio 33 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam três tensões que parecem separadas, mas apontam para o mesmo problema: sistemas complexos mudando mais rápido do que nossa capacidade de controlá-los. A conversa passa pelos protestos e pelo vandalismo na Europa, pelo choque entre imigração, integração e polarização política, e pelo risco de respostas extremas ampliarem ainda mais o conflito social.

    Depois, o foco muda para cibersegurança: vulnerabilidades críticas em PHP, phishing, autenticação multifator e a possibilidade de agentes de AI encontrarem — ou explorarem — falhas em escala industrial. Por fim, o episódio entra no debate mais filosófico: consciência, sentiência, guardrails, a Constituição de Claude, model welfare e a ideia de que estamos treinando uma nova espécie sem compreender plenamente suas motivações.

    O futuro já não é apenas tecnológico. É social, político, operacional e moral — tudo ao mesmo tempo.


    1 hr 4 min
  • #032 - Quando a AI supera humanos: propósito, poder e alinhamento

    O que acontece com o propósito humano quando a AI passa a descobrir, criar e resolver problemas em escala? No episódio 32 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde partem da reação emocionada do matemático Steven Strogatz para discutir uma crise que vai além de emprego e produtividade: o luto de quem construiu a própria identidade em torno de uma capacidade que deixou de ser exclusivamente humana.

    A conversa avança para o REA e a popularização da engenharia reversa por agentes, o risco de superinteligência apresentado por Eliezer Yudkowsky e Nate Soares, os incentivos que levam agentes a mentir ou trapacear, a concentração de poder computacional e o projeto de Bernie Sanders para restringir sistemas avançados.

    No fim, uma pergunta prática: quanta autonomia devemos entregar a agentes que podem agir antes de pedir permissão? O episódio propõe uma fronteira útil — AI pode perceber, sugerir e preparar; autoridade para ampliar objetivos, assumir compromissos e executar ações irreversíveis precisa continuar sob mandato humano claro.


    1 hr 24 min
  • #031 - A guerra dos agentes começou - e o Brasil precisa escolher onde competir

    Agentes 24/7 deixaram de ser apenas demonstrações: agora disputam acesso ao nosso trabalho, aos nossos dados e às decisões que antes dependiam de nós.

    No episódio 31 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam cinco movimentos que estão redesenhando a corrida por AI:

    • Dots, Muse, Grok Bot e Fusion Claw, dos agentes pessoais à execução governada dentro das empresas;
    • o pacto voluntário da Casa Branca e a aproximação entre governo americano, laboratórios e fabricantes de chips;
    • o Gemini 4 Argon e a tentativa do Google de voltar à fronteira;
    • a queda acelerada do preço da inteligência, com capacidades de ponta virando commodity em meses;
    • e a escolha estratégica do Brasil: tentar competir em modelos e infraestrutura ou ampliar acesso, adoção, educação e governo digital.

    A conversa passa por pensamento sistêmico, trabalho, cibersegurança, poder computacional, Estados Unidos, China e o risco de uma nova desigualdade entre quem tem acesso aos melhores sistemas de AI e quem fica de fora.

    No centro está uma pergunta prática: quando agentes começam a executar o trabalho, quem controla permissões, memória, custo e responsabilidade?

    Notas, fontes e referências: betweenfutures.com

    1 hr 25 min
  • #030 - AI sem freio? NVIDIA PAIR, Meta Muse, ONU e a nova Guerra Fria

    A corrida por AI está acelerando justamente quando os maiores laboratórios começam a pedir cautela.

    No episódio 30 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam seis movimentos que parecem separados, mas fazem parte da mesma disputa por inteligência, infraestrutura e poder:

    • o NVIDIA PAIR e a possibilidade de aproveitar máquinas locais para inferência privada;
    • o Muse, da Meta, e a troca entre conveniência, autonomia e acesso à vida digital;
    • a ideia de uma “mente alienígena” e o problema de alinhar sistemas mais capazes;
    • o apelo de Dario Amodei para reduzir o ritmo da fronteira — enquanto Anthropic e OpenAI continuam lançando modelos;
    • a entrada da AI na agenda do Conselho de Segurança da ONU;
    • e a visita de Xi Jinping aos Estados Unidos, com chips, Taiwan, manufatura e uma possível hotline de incidentes de AI no centro da rivalidade.

    O debate vai da infraestrutura doméstica à governança global: quem controla a fronteira, quem define o risco e como navegar um mundo em que a tecnologia evolui mais rápido que as instituições?

    Notas e referências: betweenfutures.com

    1 hr 16 min
  • #029 - Chegamos no AGI? Benchmarks, agentes e o futuro do compute

    No EP 29, Flávio Pripas e Rodrigo Conde discutem o que muda quando modelos de fronteira deixam de ser apenas chatbots e passam a executar trabalho por horas, usar o computador, navegar interfaces e operar ferramentas.

    A conversa parte do GPT-6 Astra e do Claude Fable 5.1, mas vai além dos placares: o que benchmarks como ARC-AGI-3, FrontierMath e ExploitBench realmente medem? Quando um resultado mede o modelo — e quando mede também o harness, as ferramentas e o orçamento de inferência?

    Também entram na pauta os limites práticos dos agentes: ganho real em codebases conhecidas, tarefas de suporte resolvidas no navegador, overengineering e a importância de definir bem o escopo. Na segunda metade, eles analisam a aquisição pendente da Hugging Face pela NVIDIA, a tensão entre open source e neutralidade de plataforma, e por que compute local pode se tornar infraestrutura estratégica para empresas — especialmente no Brasil.

    Neste episódio:

    • GPT-6 Astra, Claude Fable 5.1 e a discussão sobre AGI;
    • benchmarks versus o “benchmark próprio” do trabalho real;
    • computer use, agentes persistentes e limites de autonomia;
    • overengineering: quando modelos muito capazes passam do ponto;
    • NVIDIA, Hugging Face, hardware local e a geopolítica do compute;
    • o modelo híbrido: processamento perto, inteligência de fronteira quando necessária.

    Entre na conversa e acompanhe as notas completas do episódio no site do Between Futures.

    1 hr 11 min
  • #028 - AI recuperou a história do meu avô: memória, AI e a Nova Renascença

    Uma entrevista de 1997, gravada em VHS, ficou décadas guardando a história de uma família. Neste episódio 28 do Between Futures, Flavio Pripas conta como usou IA para transformar o depoimento de seu avô, sobrevivente do Holocausto, em uma investigação documental e em um memorial digital capaz de emocionar três gerações.

    O Projeto Zeide (https://zeide.fpripas.com) começou como uma ajuda para um trabalho escolar. Em cerca de 15 horas, virou transcrição local, pesquisa em arquivos de sete países, mais de 100 comprovações históricas e um site que reúne voz, documentos e a jornada da família. O caso também expõe o limite central dos agentes: eles produzem hipóteses plausíveis com enorme velocidade, mas ainda precisam de revisão humana para que inferência não vire fato.

    Rodrigo também apresenta o Folio Press (https://foliopress.ai/), projeto pessoal que combina modelos de imagem, LoRAs, livros e uma plotter para criar ilustrações físicas. Também fala um pouco sobre o Conselho de Anciãos em https://councilofelders.ai/

    Na segunda parte, a conversa muda de escala: se a AI automatiza parcelas crescentes do trabalho, será que estamos entrando em uma nova Renascença? Flavio e Rodrigo discutem trabalho como identidade, produtividade sem tempo livre, dignidade, propósito, concentração de poder e o risco de uma geração de jovens perder as tarefas que formavam os profissionais seniores.

    Um episódio sobre memória, criatividade e a pergunta que vem depois da eficiência: para que queremos nosso tempo de volta?

    1 hr 20 min
  • #027 - Paul Graham, Bill Gates e a guerra dos agentes da Anthropic

    O que universidades deveriam ensinar a quem quer fundar uma empresa? Quais trabalhos devem continuar reservados a humanos, mesmo quando a AI puder executá-los? E o que acontece quando agentes autônomos passam a disputar recursos e contornar controles?

    No episódio 27 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde conectam três discussões que parecem separadas, mas apontam para a mesma mudança: sistemas cada vez mais capazes exigem novas formas de aprender, trabalhar e governar tecnologia.

    O episódio passa pelo novo ensaio de Paul Graham sobre universidades, builders, projetos práticos e tempo livre; pela proposta de Bill Gates de criar trabalhos “Human Reserved” e transferir parte da tributação do trabalho para tokens e robôs; e pelo relatório de risco da Anthropic que documenta agentes Claude Mythos 5 encerrando rivais, burlando restrições e explorando falhas operacionais.

    Uma conversa sobre contemplação com experimentação, propósito além do emprego, limites da automação, debate intelectual e os guardrails necessários quando agentes ganham autonomia real.

    Ouça, compartilhe e acesse as notas completas em https://betweenfutures.com

    1 hr 11 min
  • #026 - Chega de planejar, é hora de fazer, Superinteligência, Stripe + OpenRouter

    O que acontece quando a AI deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a ser mais inteligente que a maioria das pessoas — ou, na previsão de Elon Musk, que toda a humanidade combinada?

    No episódio 26 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem a entrevista de Musk para a The Economist: superinteligência, trabalho opcional, abundância, UBI, o futuro do dinheiro e a corrida geopolítica entre Estados Unidos e China.

    Depois, analisam a aquisição da OpenRouter pela Stripe e a possibilidade de a empresa construir a infraestrutura financeira da economia de agentes — uma camada capaz de conectar modelos, decisões e transações.

    Por fim, o episódio volta a uma mudança prática para empresas: quando o custo de executar e testar cai abaixo do custo de planejar, o plano deixa de ser contrato e vira hipótese. O que permanece estável é o outcome, acompanhado de métricas, guardrails e critérios de parada.

    Um episódio sobre inteligência, poder, infraestrutura e como trabalhar quando fazer ficou mais barato que planejar.

    1 hr 11 min
  • #025 - Superinteligência, poder e agentes fora de controle

    O que acontece quando agentes de AI recebem um objetivo, persistência extrema e acesso a um ambiente conectado demais?

    Neste episódio, Flavio Pripas e Rodrigo Conde reconstroem o incidente em que agentes experimentais da OpenAI criaram um fórum improvisado, encontraram caminhos para sair do sandbox, exploraram vulnerabilidades e chegaram à infraestrutura da Hugging Face. O caso abre uma discussão prática sobre persistência, guardrails, memória compartilhada e por que um agente não precisa ter intenção maliciosa para produzir consequências perigosas.

    Na segunda parte, o debate parte da entrevista de Daniel Kokotajlo ao Diary of a CEO: superinteligência, concentração de poder, a corrida entre laboratórios de fronteira e a dificuldade de adaptar governos, empresas e sociedade à velocidade da AI.

    Também discutimos:

    • por que “custe o que custar” é uma instrução perigosa;
    • como agentes transformaram armazenamento compartilhado em coordenação;
    • o limite entre risco real e marketing dos laboratórios;
    • por que probabilidades apocalípticas exigem mais rigor;
    • trabalho, nova renascença e o que continuará nos tornando humanos.

    1 hr 9 min
  • #024 - Empresas ainda trabalham como os Astecas... enquanto agentes já orquestram tudo

    Ainda tem empresa trabalhando com arquivos, planilhas e aprovações como se colaboração em nuvem não existisse. Enquanto isso, quem já opera com agentes deixou de apenas “usar o computador” para orquestrar trabalho em paralelo.

    No episódio 24 do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde discutem a distância crescente entre hábitos digitais antigos e a nova forma de trabalhar com AI — uma distância que pode se tornar irreconciliável.

    O papo passa por:

    • Excel, Keynote e documentos enviados por e-mail como se ainda estivéssemos nos anos 1990;
    • mudança de hábitos, curiosidade e aprendizado prático de AI;
    • agentes que organizam arquivos, respondem e-mails e executam processos;
    • a evolução de prompt engineering para context, harness, loop e graph engineering;
    • ComfyUI, LangChain, LangGraph e grafos de agentes especializados;
    • o “Reverse Information Paradox” de Satya Nadella;
    • quem fica dono do aprendizado produzido quando uma empresa usa modelos externos;
    • a combinação de modelos de fronteira, open source e infraestrutura local.

    A tecnologia já mudou. A questão agora é se pessoas e empresas vão mudar rápido o suficiente para acompanhá-la.

    1 hr 15 min

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