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Neste terceiro episódio de Robinson do Futuro, um misterioso personagem dá as caras. Robinson nos entrega um sensível documentário bi-ográfico sobre a vida&vida de Reginaldo, um fantasma que vende cachorros quentes elétricos na calçada da antiga conveniência 24h da Bolha de Dirac 132. Você teria coragem de experimentar um de seus cachorros quentes?
O Robinson do Futuro é um podcast semifictional que acompanha o Robinson, um personagem que vive em 2031 e deu um jeito de falar conosco aqui do passado. Com episódios semanais, a história é contada de forma sequencial. Portanto, recomenda-se ouvir do primeiro episódio em diante.Produção :: CajumarãoRoteiro e Realização :: Igor Jesus
Redes Sociais: Instagram e Twitter
#PodeTeste
As cinco da manhã de uma quinta misteriosa, acordei sem bom dia com as primeiras notícias que li num Petit Journal que encontrei na mesa ao tomar meu café com chocolate. Os comentaristas, em sua ilustríssima conversa de sempre, faziam aquele Xadrez Verbal Diário sobre Política, Economia, Marketing e Finanças, ou lançando opiniões sobre o retorno da moda do pretinho básico, os lançamentos nos streming, o horóscopo hoje e as mais recentes tecnologias. O assunto que chamou minha atenção, porém, foi o caso policial de uma série de assassinatos que vinha provocando medo e delírio em Brasília, transformando a cidade em uma verdadeira fábrica de crimes, levando terror e pânico às pessoas comuns. O delegado, que o chamava de colecionador de ossos, contava mano a mano para os jornalistas sobre o modus operandi dos crimes bizarros. O autor, de uma forma inédita, deixava uma pamonha enrolada com cartas de um terapeuta em cima de suas vítimas antes de fugir. "Ele é muito meticuloso e rápido" dizia sobre o criminoso que parecia ter saído de uma série, filme ou livro "achamos que é um homem rico, colecionador de artes, com muita cultura pois sempre deixa um artefato diferente nas cenas do crime além das pamonhas." O jornalista comenta que o delegado estava respondendo em voz alta para todos. "É um caso difícil. Não que inviabilize a investigação, não é como se o assassino fosse de vênus ou que tudo seja uma imensa caixa preta. Mas a coisa está escalando a um ponto que nosso projeto precisa de recursos humanos e dinheiro para ajudar na captura do criminoso" Nas cartas, lê-se que o antigo psicólogo do assassino dizia que ele deveria ter autoconsciência e praticar uma terapia interna para não ser vítima do inconsciente coletivo. Que ele não tinha 99 vidas para usar pensando, e que precisava largar o "thinking flow" e agir, viver a psicologia na prática.
Meu Deus Pai, pareço um escriba cheio de café. Mas esse foi um resumão. Depois eu venho com mais Histórias, Podpah? Agora eu preciso ir para o ateliê que os meus sócios estão fritando sinapses sem mim. Ou é nóia minha?
Este não é um podcast original GloboPlay ou da família NerdCast. Mas podia muito bem ser um programa de Rádio.
By Cajumarão AudiovisualNeste terceiro episódio de Robinson do Futuro, um misterioso personagem dá as caras. Robinson nos entrega um sensível documentário bi-ográfico sobre a vida&vida de Reginaldo, um fantasma que vende cachorros quentes elétricos na calçada da antiga conveniência 24h da Bolha de Dirac 132. Você teria coragem de experimentar um de seus cachorros quentes?
O Robinson do Futuro é um podcast semifictional que acompanha o Robinson, um personagem que vive em 2031 e deu um jeito de falar conosco aqui do passado. Com episódios semanais, a história é contada de forma sequencial. Portanto, recomenda-se ouvir do primeiro episódio em diante.Produção :: CajumarãoRoteiro e Realização :: Igor Jesus
Redes Sociais: Instagram e Twitter
#PodeTeste
As cinco da manhã de uma quinta misteriosa, acordei sem bom dia com as primeiras notícias que li num Petit Journal que encontrei na mesa ao tomar meu café com chocolate. Os comentaristas, em sua ilustríssima conversa de sempre, faziam aquele Xadrez Verbal Diário sobre Política, Economia, Marketing e Finanças, ou lançando opiniões sobre o retorno da moda do pretinho básico, os lançamentos nos streming, o horóscopo hoje e as mais recentes tecnologias. O assunto que chamou minha atenção, porém, foi o caso policial de uma série de assassinatos que vinha provocando medo e delírio em Brasília, transformando a cidade em uma verdadeira fábrica de crimes, levando terror e pânico às pessoas comuns. O delegado, que o chamava de colecionador de ossos, contava mano a mano para os jornalistas sobre o modus operandi dos crimes bizarros. O autor, de uma forma inédita, deixava uma pamonha enrolada com cartas de um terapeuta em cima de suas vítimas antes de fugir. "Ele é muito meticuloso e rápido" dizia sobre o criminoso que parecia ter saído de uma série, filme ou livro "achamos que é um homem rico, colecionador de artes, com muita cultura pois sempre deixa um artefato diferente nas cenas do crime além das pamonhas." O jornalista comenta que o delegado estava respondendo em voz alta para todos. "É um caso difícil. Não que inviabilize a investigação, não é como se o assassino fosse de vênus ou que tudo seja uma imensa caixa preta. Mas a coisa está escalando a um ponto que nosso projeto precisa de recursos humanos e dinheiro para ajudar na captura do criminoso" Nas cartas, lê-se que o antigo psicólogo do assassino dizia que ele deveria ter autoconsciência e praticar uma terapia interna para não ser vítima do inconsciente coletivo. Que ele não tinha 99 vidas para usar pensando, e que precisava largar o "thinking flow" e agir, viver a psicologia na prática.
Meu Deus Pai, pareço um escriba cheio de café. Mas esse foi um resumão. Depois eu venho com mais Histórias, Podpah? Agora eu preciso ir para o ateliê que os meus sócios estão fritando sinapses sem mim. Ou é nóia minha?
Este não é um podcast original GloboPlay ou da família NerdCast. Mas podia muito bem ser um programa de Rádio.