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Como é que uma criança revoltada com recados na caderneta todas as semanas, conhecida por fechar os colegas na casa de banho e escrever bilhetinhos com insultos, se transforma nesta mulher doce, engraçada e empoderadora é um mistério que ainda está por desvendar. Fez ballet (era o terror), escrevia para desabafar, mas foi a fotografia que a fez descobrir uma veia mais artística do que o turismo e a restauração. Trabalhou em dois hóteis, um museu e um Burger King, juntou dinheiro para comprar uma câmara e, passado um ano, já tinha trabalhos pagos. É uma história digna de filme, programa da tarde ou, melhor dizendo, com a qual se tropeça de riso num podcast.
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By Mariana DixeComo é que uma criança revoltada com recados na caderneta todas as semanas, conhecida por fechar os colegas na casa de banho e escrever bilhetinhos com insultos, se transforma nesta mulher doce, engraçada e empoderadora é um mistério que ainda está por desvendar. Fez ballet (era o terror), escrevia para desabafar, mas foi a fotografia que a fez descobrir uma veia mais artística do que o turismo e a restauração. Trabalhou em dois hóteis, um museu e um Burger King, juntou dinheiro para comprar uma câmara e, passado um ano, já tinha trabalhos pagos. É uma história digna de filme, programa da tarde ou, melhor dizendo, com a qual se tropeça de riso num podcast.
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