THE HAPPINESS CIRCLE

Capítulo 1.1 O problema sem nome


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Neste primeiro capítulo, Betty Friedan dá voz a um mal-estar silencioso que atravessava a vida de milhares de mulheres americanas nos anos 1950 e início dos anos 1960. Mulheres que, do lado de fora, pareciam ter tudo: casamento, filhos, casa confortável, eletrodomésticos moderno mas, por dentro, carregavam uma sensação profunda de vazio, frustração e falta de propósito.

Friedan chama isso de “o problema sem nome”: um sofrimento íntimo, quase proibido, que não podia ser dito em voz alta porque contrariava o ideal feminino imposto pela sociedade da época o ideal da mulher plena e realizada exclusivamente nos papéis de esposa e mãe.


O capítulo é como um espelho que começa a rachar: nele, a autora compartilha relatos, entrevistas e percepções que mostram que essa angústia não era individual, mas coletiva. Um desconforto difuso que muitas mulheres tentavam silenciar com pílulas, consumo ou tarefas domésticas sem saber que o que sentiam era, na verdade, uma forma de opressão estruturada.


Friedan inaugura, aqui, uma ruptura. Ela começa a nomear o que ninguém ousava dizer: que havia algo profundamente errado na forma como a sociedade definia o que era ser mulher.


E assim, página após página, ela planta a semente de uma revolução não apenas externa, mas interna: a da consciência.Dividi ele em 3 episódios.



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THE HAPPINESS CIRCLEBy Lênia Luz