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Neste capítulo, Betty Friedan analisa como a imagem da “esposa e dona de casa feliz” foi construída culturalmente como ideal feminino durante os anos pós-Segunda Guerra Mundial, especialmente nos Estados Unidos.
Ela mostra como a mídia, a publicidade, os filmes, os livros e até as universidades passaram a exaltar essa figura como o auge da realização da mulher moderna uma mulher realizada que encontrava plena felicidade no casamento, na maternidade e nas tarefas domésticas.
Friedan destaca que, diferentemente das mulheres de gerações anteriores (que lutaram por educação, direitos civis e independência), a mulher dos anos 50 foi incentivada a abrir mão da ambição pessoal, intelectual e profissional em nome da “feminilidade verdadeira”.
By Lênia LuzNeste capítulo, Betty Friedan analisa como a imagem da “esposa e dona de casa feliz” foi construída culturalmente como ideal feminino durante os anos pós-Segunda Guerra Mundial, especialmente nos Estados Unidos.
Ela mostra como a mídia, a publicidade, os filmes, os livros e até as universidades passaram a exaltar essa figura como o auge da realização da mulher moderna uma mulher realizada que encontrava plena felicidade no casamento, na maternidade e nas tarefas domésticas.
Friedan destaca que, diferentemente das mulheres de gerações anteriores (que lutaram por educação, direitos civis e independência), a mulher dos anos 50 foi incentivada a abrir mão da ambição pessoal, intelectual e profissional em nome da “feminilidade verdadeira”.