Nada, nada permanece. Parece budismo ou feitiço. Parece novela. Tudo só acontece aqui, no tempo
concreto do agora – por isso infinito, dentro do agora. Depois é um advérbio – de tempo.
Um embalo de proza e canto que encanta os sentidos e coração, com Marcelo Silva e Genifer Gerhardt.