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Nesta segunda parte da retrospectiva, lembramos outros episódios do ano e trazemos novos depoimentos de José Francisco Manssur, Daphine Thaimá e Jordana Araújo, que falam, respectivamente, sobre Clubes-empresa, Coletivos de Torcedores e Futebol Feminino, já projetando as expectativas para 2022.
Para encerrar 2021, o Chuteira Ativista faz a sua retrospectiva do ano (em duas partes), já agradecendo a todos que nos acompanharam nos últimos meses. Continue conosco em 2022, ano de Copa, eleição geral e muito mais!
Este episódio é dedicado a homenagear o maior personagem da história do futebol mundial, Diego Armando Maradona, morto há um ano. Resgatamos a imagem de Maradona como o "Deus Humano", lembrando da relação dele com os poderosos, os cartolas, as drogas, os argentinos e os napolitanos.
O Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, é sempre uma oportunidade para lembrar que o Brasil é um país racista, de história escravocrata, cuja maior manifestação social, o futebol, também é racista. Neste programa especial, debatemos o tema, trazendo números, lembrando avanços e retrocessos institucionais e, claro, fazendo denúncias.
Em 12 de novembro, a CBF demitiu o ex-árbitro Leonardo Gaciba da presidência da Comissão de Arbitragem. Ele estava na posição desde 2019, início da era do árbitro de vídeo (VAR) no Brasileirão. A decisão foi tomada pelo presidente interino da entidade, Ednaldo Rodrigues, após uma série de erros dos juízes dentro de campo. Rodrigues promete agora uma grande reformulação. Em entrevista exclusiva ao Chuteira Ativista, o ouvidor de Arbitragem da CBF, Manoel Serapião Filho, explica as contribuições do órgão para a melhora do apito no País.
A greve no endividado Cruzeiro, já encerrada, nos fez pensar sobre um tema recorrente, mas nem sempre aprofundado no mundo da bola: direitos trabalhistas. Neste episódio, falaremos sobre todo esse universo: salários, direito de imagem, direito de arena, greve, sindicato, rescisão contratual, empréstimo, convocação para a seleção brasileira. Para entender melhor o assunto, entrevistamos Victor Targino, advogado com passagens por Corinthians e Santos, especializado em direito desportivo e gestão esportiva.
Falar sobre Pelé é sempre especial e difícil. Afinal, tudo ou quase já foi dito sobre o maior jogador de futebol de todos os tempos. No 81º aniversário do Rei, o Chuteira Ativista faz a sua homenagem e traz duas questões à tona: a contabilidade duvidosa da FIFA sobre os gols de Pelé nos ditos "jogos oficiais" e a relação do jogador, como pricipal estrela da seleção brasileira, com a ditadura militar (1964-1985).
No dia 7 de outubro, foi oficializada a compra do Newcastle United Football Club, tradicional clube inglês, pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), administrado por Mohammed bin Salman. O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, campeão em desrespeito aos direitos humanos, é apontado pela CIA como mandante do assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, em 2018. Entretanto, a Premiere League não deu muita atenção a isso e aprovou o negócio, alegando ter recebido garantias de que o Reino saudita não controlará o Newcastle, que passará a ser o clube mais rico do mundo. Neste episódio, o Chuteira Ativista se debruça sobre mais um caso de Sportswashing no futebol.
Os clubes do Brasil dominaram os torneios continentais organizados pela Conmebol em 2021. Pelo segundo ano consecutivo, a final da Libertadores será entre dois times nacionais: o atual campeão Palmeiras encara o Flamengo, vencedor em 2019. Já na Copa Sulamericana, haverá uma decisão inédita entre clubes brasileiros, o Athletico Paranaense e o Red Bull Bragantino. Em síntese, neste ano, o domínio é nosso na América do Sul. Nesta edição do Chuteira Ativista, buscamos entender os motivos para essa prevalência. Analisamos as mudanças de regulamento das competições, os impactos da pandemia, os valores dos elencos e outros aspectos.
No dia 20 de setembro, foi sancionada a Lei do Mandante, que muda as regras de comercialização dos direitos de transmissão dos clubes de futebol. A partir de agora, quem tem o mando de um jogo pode negociar a partida com qualquer empresa, independentemente dos contratos firmados pela equipe visitante. Anteriormente, o artigo 42-A da Lei Pelé previa que o direito de transmissão de uma partida de futebol pertencia aos dois clubes. Assim, o jogo só poderia ser transmitido se os dois times tivessem contrato com a mesma empresa. O formato da lei aponta que os contratos em vigor não sofrerão alterações. Ao mesmo tempo, o texto fala que os clubes que atualmente estão sem contrato de transmissão de seus respectivos jogos já podem negociá-los neste novo modelo. Para falar sobre o assunto, entrevistamos o advogado Alberto Goldenstein, mestre em Direito, coordenador da pós-graduação em Direito Desportivo da Universidade Positivo e secretário da comissão de Direito Desportivo da OAB/PR.
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