No dia 13 de maio, a região central de São Paulo amanheceu sem um de seus cenários mais conhecidos: a concentração de usuários de drogas na chamada Cracolândia. A ação de dispersão da cena de uso localizada entre Santa Ifigênia e República, promovida pela Polícia Militar e agentes da Subprefeitura, deixou ruas vazias — mas não resolveu o problema. Para pesquisadores da USP, tratou-se de mais uma etapa no processo de desterritorialização e invisibilização da população em situação de rua na cidade.
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