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Cometa no céu. Jantarada lá em casa. Miguel rapidamente percebe que o Sérgio e a Susana que bateram à porta com uma colheita tardia e uma vienetta de pistacho não são o Sérgio e a Susana deste universo (que apareceriam com uma garrafa de Papa Figos e um queijo de Nisa). Porém nada disso impede o caloroso debate sobre a gentrificação do multiverso, com direito a filmes de culto, exterminadores implacáveis, versões mais porreiras de nós próprios e, claro, obras com músicas dos Aqua.
Miguel descobre um pedido de ajuda de António, numa velhinha máquina de arcada. De um momento para o outro dá por si dentro de um servidor informático, mas em vez de estar vestido com aqueles fatos fluorescentes e discos de jogar na praia, está com as roupas da corte francesa do século XVIII. Lá, encontra o seu companheiro de podcast e a única maneira de conseguirem sair com vida é chegarem a um consenso sobre qual é a melhor adaptação de Les Liaisons Dangereuses. Sedução, saudosismo e quiçá os melhores de 2025 numa inesperada cena escondida.
Quando Miguel e Carlos são chamados de emergência à Baía da Aventura, para resolver um problema de tráfico de Friskies, dão por si envolvidos numa conspiração internacional que traz à tona fio dental, Eric Roberts e fantasmas caninos do seu passado. Comédia, ação e drama que ninguém pediu, no regresso mais aguardado da temporada podcãostica.
Miguel é chamado ao confessionário para desenhar a sua curva da vida. Entre traumas cinemáticos como o Olha Quem Fala Agora! e Lendas de Paixão, fala também daquela vez que decidiu saltar de paraquedas. Sóbrio. Num testemunho emocionante navegamos pelos detalhes angustiantes de um salto tandem, de hackers aéreos com o plano mais pateta dos anos 90 e de um moço que só queria molhar o pincel mas acaba envolvido nas mais bizarra das conspirações russas.
Numa espécie de apagão gravitacional, gravitão, Miguel acorda no tecto. O que dá jeito, para mudar aquelas lâmpadas mais manhosas de encaixe clique, mas que se releva um verdadeiro inferno para gravar um podcast. Decide então recorrer ao vasto catálogo de obras que abordam este problema: duas. Folheia então ao contrário estas intricadas histórias, repletas de regras, amnésias amorosas e viagens de uber penduradinhos no nosso amigo. Se ele for um bocadito mais pesado, obviamente.
Exposto a uma Super Lua, que transforma qualquer simpático podcaster no mais vil lobisomem, Miguel pede ajuda ao maior especialista nacional em licantropia, Pedro Cinemaxunga. Como seria de esperar o velho mestre tem a solução: tomarem banho com o sabonete da Sydney Sweeney. Protegidos com esta saponificação milagrosa enfrentam juntos uma noite longa e cheia de perigos, com múltiplos Jon Snows e cunhados malandrecos.
Vindo de Marte, Miguel aterra na selva indiana para uma semana de descanso em cuecas. Rapidamente percebe que as panteras, os ursos, os lobos, os elefantes, os macacos e os tigres não são o maior dos seus problemas. A natureza enfrenta uma das suas maiores ameaças de sempre: as adaptações para imagem real da Disney. Conseguirá o nosso podcaster sobreviver? Poderá Andy Serkis e seu exército de animais de cera ajudar? Descubra tudo depois do clique.
Inspirado pela canção de João Só, Miguel vai a Marte. A viagem acaba como todas as outras incursões ao planeta vermelho: rabinho entre as pernas de volta a casa. Apesar dos processos de terraformação e cultivo de beterraba terem falhado, o vosso astronauta favorito encontra dois antigos artefactos cinematográficos do ano 2000. Pretexto ideal para desenterrar o microfone e voltar ao ativo, porque o universo do Cinema de Gémeo não se explora sozinho.
Para um adeus em grande, Miguel aluga três
Miguel mergulha em apneia à procura da resposta para a grande questão: qual o melhor filme de sempre com um escafandro? Volta à superfície passados 30 segundos, sem soluções, mas na companhia do robocop, de um artrópode gigante e de uma saca com 345 DVDs. Todos eles de obras de terror subaquático do ano de 1989.
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