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Algumas pessoas decidem emagrecer, enquanto outras decidem não ter regras alimentares. Uns se casam enquanto outros preferem comprar uma bicicleta.
E que nos faz tomar decisões?
Você sabe o que está por trás das decisões que você toma?
Nós analisamos o que percebemos, olhamos evidências e fatos, então decidimos por aquilo que nos faz mais sentido, por aquilo que acreditamos ser melhor naquele momento.
Quanto mais informações tivermos, maior nossa probabilidade de racionalizar. Só que mesmo sabendo das chances de doença, continuamos comendo açúcar, ou gorduras trans, etc.
Então existe algo mais… Vamos analisar…
Dizem que as nossas escolhas nem sempre são racionais.
Vou falar o que eu penso em relação a isso, de uma maneira um pouco diferente do comum, porque eu adoro desconstruir para reconstruir ideias.
Acompanhe meu pensamento…
A meu ver nossas escolhas são sempre lógicas, mesmo que estejamos iludidos criando uma lógica irreal.
Vamos lá, veja se estou sendo claro…
Por exemplo: “eu não corro uma maratona porque eu tenho preguiça”.
Esta frase acima é verdadeira? Talvez eu seja capaz de correr uma maratona se eu praticar, não é? Mas eu digo que eu tenho preguiça, e isso afasta de mim a possibilidade de concretizar a corrida.
Só que não é mentira dizer que estou com preguiça, porque provavelmente estou sentindo meu corpo cansado enquanto eu penso na maratona.
Mas eu nem sempre me sinto cansado, isso não é uma justificativa muito real, porque em muitos momentos eu me sinto bem energizado, em vários momentos do dia eu sinto disposição!
Ou seja, estou simplesmente me justificando, acreditando que estou dizendo algo coerente.
E quando eu falo a frase desta forma: “Eu não corro uma maratona porque eu tenho preguiça”, piora a chance de conseguir correr muitos quilômetros. Isso acontece já que nosso cérebro acredita nesta “lógica”, pois existe uma conclusão, existe uma justificativa, e o cérebro se satisfaz com isso.
Para você começar a desenvolver a percepção das justificativas lógicas irreais que está afirmando a você mesmo, comece se perguntando “Será?!”.
Esta pergunta vai ajudar a abrir mais possibilidades de pensamentos, e verificar mais opções.
By Paulinho Siqueira5
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Algumas pessoas decidem emagrecer, enquanto outras decidem não ter regras alimentares. Uns se casam enquanto outros preferem comprar uma bicicleta.
E que nos faz tomar decisões?
Você sabe o que está por trás das decisões que você toma?
Nós analisamos o que percebemos, olhamos evidências e fatos, então decidimos por aquilo que nos faz mais sentido, por aquilo que acreditamos ser melhor naquele momento.
Quanto mais informações tivermos, maior nossa probabilidade de racionalizar. Só que mesmo sabendo das chances de doença, continuamos comendo açúcar, ou gorduras trans, etc.
Então existe algo mais… Vamos analisar…
Dizem que as nossas escolhas nem sempre são racionais.
Vou falar o que eu penso em relação a isso, de uma maneira um pouco diferente do comum, porque eu adoro desconstruir para reconstruir ideias.
Acompanhe meu pensamento…
A meu ver nossas escolhas são sempre lógicas, mesmo que estejamos iludidos criando uma lógica irreal.
Vamos lá, veja se estou sendo claro…
Por exemplo: “eu não corro uma maratona porque eu tenho preguiça”.
Esta frase acima é verdadeira? Talvez eu seja capaz de correr uma maratona se eu praticar, não é? Mas eu digo que eu tenho preguiça, e isso afasta de mim a possibilidade de concretizar a corrida.
Só que não é mentira dizer que estou com preguiça, porque provavelmente estou sentindo meu corpo cansado enquanto eu penso na maratona.
Mas eu nem sempre me sinto cansado, isso não é uma justificativa muito real, porque em muitos momentos eu me sinto bem energizado, em vários momentos do dia eu sinto disposição!
Ou seja, estou simplesmente me justificando, acreditando que estou dizendo algo coerente.
E quando eu falo a frase desta forma: “Eu não corro uma maratona porque eu tenho preguiça”, piora a chance de conseguir correr muitos quilômetros. Isso acontece já que nosso cérebro acredita nesta “lógica”, pois existe uma conclusão, existe uma justificativa, e o cérebro se satisfaz com isso.
Para você começar a desenvolver a percepção das justificativas lógicas irreais que está afirmando a você mesmo, comece se perguntando “Será?!”.
Esta pergunta vai ajudar a abrir mais possibilidades de pensamentos, e verificar mais opções.