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Ouvi de um gestor uma vez: “Prefiro ser demitido pelo que fiz do que pelo que não fiz”
Sabe que as vezes isso pode dar certo mesmo, mas nem sempre, já que há uma implicação: poder gerar retrabalho, insatisfação, horas extras, estresse desnecessário e por consequência burnout.
Fazer é bom, feito ou perfeito, já não fazer implica no que não se pode sair do papel, e por isso não ser feito de acordo com o que deveria, ou seja, não atingir expectativas.
Já, tem gente que prefere não fazer justamente para não ter que lidar com a decepção de não dar certo e ainda não quer verificar onde poderia melhorar, isto é, poderia fazer um processo, mas desiste na primeira pedra.
Vamos juntos!
Paulinho Siqueira
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By Paulinho Siqueira5
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Ouvi de um gestor uma vez: “Prefiro ser demitido pelo que fiz do que pelo que não fiz”
Sabe que as vezes isso pode dar certo mesmo, mas nem sempre, já que há uma implicação: poder gerar retrabalho, insatisfação, horas extras, estresse desnecessário e por consequência burnout.
Fazer é bom, feito ou perfeito, já não fazer implica no que não se pode sair do papel, e por isso não ser feito de acordo com o que deveria, ou seja, não atingir expectativas.
Já, tem gente que prefere não fazer justamente para não ter que lidar com a decepção de não dar certo e ainda não quer verificar onde poderia melhorar, isto é, poderia fazer um processo, mas desiste na primeira pedra.
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