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Há dias em que o mundo parece andar ao contrário. O leite deixou de ser “gordo” e passou a ser “inteiro”. A cerveja preta talvez um dia se chame “escura”. O Papa dormiu bem. E há carros abandonados à porta do supermercado.
Poderíamos rir, como quem escuta o absurdo com ternura. Mas talvez devêssemos parar. Pensar. Porque por trás destes pequenos absurdos há sinais maiores – do tempo, da cultura, da sociedade. E talvez até de nós próprios.
By Miguel DuarteHá dias em que o mundo parece andar ao contrário. O leite deixou de ser “gordo” e passou a ser “inteiro”. A cerveja preta talvez um dia se chame “escura”. O Papa dormiu bem. E há carros abandonados à porta do supermercado.
Poderíamos rir, como quem escuta o absurdo com ternura. Mas talvez devêssemos parar. Pensar. Porque por trás destes pequenos absurdos há sinais maiores – do tempo, da cultura, da sociedade. E talvez até de nós próprios.