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Desde a minimização da gravidade da COVID-19 até a propagação de desinformação sobre vacinas, os exemplos mais recentes de negacionismo científico estão intrinsecamente ligados à atual pandemia.
No entanto, o termo "negacionismo" tem suas raízes na década de 1980, quando o historiador Henry Rousso investigava a negação do Holocausto, procurando caracterizar aqueles que negavam o genocídio perpetrado pelo regime nazista.
Essa origem histórica é destacada pelos pesquisadores Sabine Righetti e Estêvão Gamba em "Negacionismo Científico e suas Consequências". No livro, os autores enfatizam que este é um fenômeno que vai além da negação de fatos científicos, sendo também influenciado por aspectos sociais, políticos, ideológicos e religiosos.
Para conversar sobre a obra, Isabella Faria recebe a autora Sabine Righetti.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By Folha de S.PauloDesde a minimização da gravidade da COVID-19 até a propagação de desinformação sobre vacinas, os exemplos mais recentes de negacionismo científico estão intrinsecamente ligados à atual pandemia.
No entanto, o termo "negacionismo" tem suas raízes na década de 1980, quando o historiador Henry Rousso investigava a negação do Holocausto, procurando caracterizar aqueles que negavam o genocídio perpetrado pelo regime nazista.
Essa origem histórica é destacada pelos pesquisadores Sabine Righetti e Estêvão Gamba em "Negacionismo Científico e suas Consequências". No livro, os autores enfatizam que este é um fenômeno que vai além da negação de fatos científicos, sendo também influenciado por aspectos sociais, políticos, ideológicos e religiosos.
Para conversar sobre a obra, Isabella Faria recebe a autora Sabine Righetti.
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