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A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos deste ano teve a presença constante de uma misteriosa figura que aparecia carregando a chama sagrada pelos icônicos telhados de Paris. Ela usava técnicas de parkour, prática desenvolvida na França, nos anos 1990, que envolve corridas, escaladas e saltos em obstáculos urbanos.
Esse foi o lugar oficial da atividade na edição 2024 do megaevento. Como uma referência cultural do país que a recebe, não como um esporte. Agora, seus praticantes tentam se entender a respeito da possibilidade de integrar de fato o programa olímpico, que abraçou outras modalidades tidas como transgressoras, como o skate e o breaking.
Para falar como uma nova modalidade esportiva entra nas Olimpíadas, Priscila Camazano recebe Marcos Guedes, editor-adjunto de Esporte e enviado a Paris para a cobertura das Olimpíadas.
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By Folha de S.PauloA cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos deste ano teve a presença constante de uma misteriosa figura que aparecia carregando a chama sagrada pelos icônicos telhados de Paris. Ela usava técnicas de parkour, prática desenvolvida na França, nos anos 1990, que envolve corridas, escaladas e saltos em obstáculos urbanos.
Esse foi o lugar oficial da atividade na edição 2024 do megaevento. Como uma referência cultural do país que a recebe, não como um esporte. Agora, seus praticantes tentam se entender a respeito da possibilidade de integrar de fato o programa olímpico, que abraçou outras modalidades tidas como transgressoras, como o skate e o breaking.
Para falar como uma nova modalidade esportiva entra nas Olimpíadas, Priscila Camazano recebe Marcos Guedes, editor-adjunto de Esporte e enviado a Paris para a cobertura das Olimpíadas.
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