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No episódio final da série Deus Me Chamou para as Coisas Grandes, Carlos Eduardo usa Efésios 3:20-21 para fechar o arco: o poder, o grande e a glória pertencem a Deus. O episódio retoma os seis dias anteriores e conduz o homem à entrega do sonho a Deus — o ato de maturidade que torna possível carregar o grande sem se perder.
No sexto episódio da série Deus Me Chamou para as Coisas Grandes, Carlos Eduardo usa Zacarias 4:6-10 para mostrar que o grande de Deus tem dias pequenos no calendário — e que o céu se alegra com o "prumo" na mão do homem fiel. O episódio confronta o adiamento por espera de condições perfeitas e convida a lançar o primeiro alicerce hoje.
No quinto episódio da série Deus Me Chamou para as Coisas Grandes, Carlos Eduardo usa 1 Samuel 16 e 17:15 para mostrar que Davi, depois de ungido, voltou ao pasto — e foi lá que o caráter de rei foi formado. O episódio confronta a pressa e a comparação e convida o homem a viver o escondido com excelência.
No quarto episódio da série Deus Me Chamou para as Coisas Grandes, Carlos Eduardo apresenta Calebe — aos 85 anos pedindo o monte dos gigantes em Josué 14:10-12 — como modelo de coragem fiel. O episódio confronta a prudência que é medo disfarçado e convida o homem a nomear o seu monte e dar o primeiro passo.
No terceiro episódio da série Deus Me Chamou para as Coisas Grandes, Carlos Eduardo confronta a ambição disfarçada de chamado usando Mateus 20:25-28. O episódio mostra que Jesus não condena o desejo de grandeza — ele troca a régua: no Reino, o grande é diakonos (serviçal). Inclui o teste da vitrine: como reagimos quando outro é reconhecido no nosso lugar.
No segundo episódio da série Deus Me Chamou para as Coisas Grandes, Carlos Eduardo usa o cântico de Maria em Lucas 1:46-49 para mostrar que grandeza se recebe, não se conquista. O episódio confronta o hábito silencioso de "assinar embaixo" do que Deus fez e propõe o antídoto de Maria: engrandecer a Deus primeiro e nomear Suas obras em voz alta.
No terceiro episódio da série Deus Me Chamou para as Coisas Grandes, Carlos Eduardo confronta a ambição disfarçada de chamado usando Mateus 20:25-28. O episódio mostra que Jesus não condena o desejo de grandeza — ele troca a régua: no Reino, o grande é diakonos (serviçal). Inclui o teste da vitrine: como reagimos quando outro é reconhecido no nosso lugar.
No episódio de abertura da série Deus Me Chamou para as Coisas Grandes, Carlos Eduardo usa Jeremias 33:3 — a promessa de "coisas grandes e ocultas" feita a um profeta preso — para mostrar que a grandeza de Deus começa na revelação, não na estratégia. O episódio confronta dois erros: clamar só por alívio e pedir o grande como fuga da própria insignificância.
No episódio final da série Onde Estava Deus?, Carlos Eduardo retoma o pai do primeiro dia e amarra os seis dias numa esperança que atravessa o lamento: o caminho do Salmo 13, a promessa de Apocalipse 21:4 de que Deus enxugará cada lágrima e a esperança do reencontro nas palavras de Davi (2 Samuel 12:23) e de Paulo (1 Tessalonicenses 4:13-14). A resposta final da série não é uma explicação, é uma presença.
No sexto episódio da série Onde Estava Deus?, Carlos Eduardo vira o foco para quem acompanha o luto de outra pessoa. A partir de Jó 2:11-13 e 42:7, mostra que os sete dias de silêncio dos amigos de Jó foram certos e que as explicações prontas vieram depois. Dá caminhos práticos (aparecer, ajudar, falar o nome de quem partiu) e fecha com 2 Coríntios 1:3-4.
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