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Você ainda sabe ficar sozinho? Ou qualquer minuto de silêncio já precisa de um celular, um podcast, uma mensagem ou alguém para ocupar o espaço?
Neste episódio, a gente investiga os dois extremos da solidão: quem não consegue passar muito tempo sem um relacionamento e quem aprendeu a gostar tanto da própria rotina que já não sabe se ainda existe espaço para alguém entrar.
As melhores crises de solitude, relacionamentos emendados e desculpas para não sair da própria paz estão neste episódio.
Namorar virou sinônimo de ir junto pra tudo? Rolê de amigo, aniversário de parente, happy hour do trabalho: se um vai, o outro tem que acompanhar? E quando um quer ficar em casa? Ou simplesmente não tem dinheiro para acompanhar a vida do outro?Neste episódio, discutimos onde termina a parceria e começa a venda casada — e o que acontece com a nossa individualidade quando viramos “nós”. As melhores brigas por causa de rolê, culpas por querer ficar sozinho e contas que não fecham estão neste episódio.
Será que seu gosto é seu... ou é só o que o algoritmo decidiu te mostrar? A gente jura que escolhe: a música que ouve, a roupa que compra, até o tipo de pessoa que acha bonita...
Mas será que essas escolhas nascem da gente ou foram plantadas ali?
Neste episódio, junto com Marcio Banfi, investigamos até onde o gosto é personalidade e até onde é só o que apareceu na sua For You.
As melhores crises de identidade, teorias sobre o algoritmo e descobertas constrangedoras sobre o que realmente é seu estão neste episódio.
*contém conteúdo patrocinado*
Qual é o “e se…” que mais passa pela sua cabeça?
Estou nessa desde que assisti à peça “E Se?”, da @ciatectonica e @ibteatro.
📍 IBT – Instituto Brasileiro de Teatro (Bela Vista – SP)
🎟️ Entrada gratuita
📅 Sextas e sábados, às 20h | Domingos, às 19h
Até 30 de agosto.
Você sente ciúmes da pessoa... ou do lugar que ocupa na vida dela? Será que o ciúmes protege o relacionamento ou tenta proteger a nossa autoestima? Afinal, o problema é o comportamento do outro... ou a interpretação que fazemos dele?
As melhores paranoias, crises de autoestima e teorias sobre o ciúmes estão neste episódio.
Será que existe uma personalidade sexual... ou será que aprendemos a interpretar um papel? Antes mesmo da primeira vez, muita gente já sente que precisa escolher: ativo, passivo ou versátil...
Neste episódio, Uno Vulpo, do Sento Mesmo, nos ajuda a investigar de onde vêm os nossos desejos. O que é realmente seu? O que você aprendeu com a porn*grafia, com os aplicativos ou com os primeiros parceiros?
As melhores crises de identidade, teorias sobre o desejo e questionamentos sobre quem você é na cama estão neste episódio.
Será que o amor acabou… ou se ele só deixou de ser novidade? Falamos sobre desejo, rotina, comparação, a fantasia de que seríamos mais felizes com outra pessoa.
Chamamos a autoridade em saúde mental (e da falta dela), Ana Mary B para opinar.. As melhores crises amorosas, recaídas na dopamina e choques de realidade estão neste episódio.
Como desidealizar?
Algumas pessoas ocupam mais espaço na nossa cabeça do que na nossa vida. Mas como descer alguém (um ex, um trabalho, um sonho...) do pedestal?
Neste episódio, falamos sobre como assassinar nossas expectativas, por que o "quase" às vezes dói mais do que um término e no que devemos nos apegar para conseguir superar aquilo que nunca chegou a existir de verdade.
Os melhores processos de desidealização e choques de realidade estão neste episódio.
Será que as pessoas estão realmente prestando atenção na gente… ou cada um tá ocupado demais tentando não surtar?
No episódio de hoje, Y, Nilinho e Babu Carreira falam sobre paranoias sociais, vergonha, aprovação, autocensura e o eterno ‘o que os outros vão pensar?’.
As melhores crises sociais e exposições desnecessárias estão neste episódio.
Tem gente que se ilude.
Tem gente que interpreta tudo como rejeição.
E tem gente que simplesmente manda sinais MUITO confusos.
No episódio de hoje vamos falar sobre o que acontece quando esses três tipos de pessoas se encontram.
Às vezes a gente cria uma narrativa? Sim.
Mas às vezes o outro também não ajuda em absolutamente nada.
As melhores interpretações precipitadas, surtos silenciosos, sinais confusos e paranoias afetivas estão nesse episódio.
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