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Em um mundo marcado por identidades fragmentadas, instáveis e concorrentes, a Escritura nos chama a olhar para uma identidade mais profunda: aquela que não nasce do que fazemos, temos ou aparentamos ser, mas daquilo que Deus declara sobre nós em Cristo.
Paulo escreve aos santos que vivem em Éfeso e são fiéis em Cristo Jesus, mostrando que o povo de Deus é definido, antes de tudo, pela soberana vontade do Pai. Nossa vida não é fruto do acaso, da autopromoção ou das categorias deste mundo, mas da providência graciosa daquele que nos chamou para pertencer a Cristo.
A identidade cristã também é formada pela união com Cristo. Somos santos não porque estamos acima dos outros, mas porque fomos separados por Deus para viver a fidelidade de Cristo no lugar onde fomos plantados: na família, no trabalho, na igreja, na cidade e nas circunstâncias comuns da vida.
A graça e a paz recebidas de Deus revelam quem realmente somos. Não somos sustentados pela ausência de conflitos, mas pela paz daquele que foi à cruz em nosso lugar. Em Cristo, nossas vidas fragmentadas começam a convergir para o centro de todas as coisas: o próprio Senhor Jesus.
By Igreja Presbiteriana ConvivaEm um mundo marcado por identidades fragmentadas, instáveis e concorrentes, a Escritura nos chama a olhar para uma identidade mais profunda: aquela que não nasce do que fazemos, temos ou aparentamos ser, mas daquilo que Deus declara sobre nós em Cristo.
Paulo escreve aos santos que vivem em Éfeso e são fiéis em Cristo Jesus, mostrando que o povo de Deus é definido, antes de tudo, pela soberana vontade do Pai. Nossa vida não é fruto do acaso, da autopromoção ou das categorias deste mundo, mas da providência graciosa daquele que nos chamou para pertencer a Cristo.
A identidade cristã também é formada pela união com Cristo. Somos santos não porque estamos acima dos outros, mas porque fomos separados por Deus para viver a fidelidade de Cristo no lugar onde fomos plantados: na família, no trabalho, na igreja, na cidade e nas circunstâncias comuns da vida.
A graça e a paz recebidas de Deus revelam quem realmente somos. Não somos sustentados pela ausência de conflitos, mas pela paz daquele que foi à cruz em nosso lugar. Em Cristo, nossas vidas fragmentadas começam a convergir para o centro de todas as coisas: o próprio Senhor Jesus.